A estrutura cristalina refere-se ao arranjo ordenado e repetitivo dos átomos ou moléculas em um sólido. Esse...
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- Play Store libera 5 jogos grátis por tempo limitado! Resgate agora (15)por Valdecir Emboava on 16 de Julho, 2026 at 00:15
Adições na biblioteca são sempre muito bem-vindas, não é mesmo? Se você é do time que acompanha o Voxel para jogar coisa nova sem gastar nada, saiba que cinco jogos pagos estão gratuitos por tempo limitado na Play Store. A oferta conta com títulos de diferentes gêneros para jogar no Android.Um detalhe importante sobre esses jogos gratuitos na Play Store é que a plataforma não informou até quando a oferta estará ativa — por isso, o ideal é resgatá-los o quanto antes para não correr o risco de ficar sem.Lembrando que, uma vez adicionados à sua conta, eles permanecem disponíveis para sempre, mesmo após o fim da oferta. Certamente, essa é uma boa chance para aumentar sua coleção de games gratuitos no Android e testar títulos que normalmente são pagos — incluindo opções offline e com conteúdo premium desbloqueado.Quais jogos estão gratuitos na Play Store esta semana?Os títulos podem ser baixados diretamente na Play Store pelos links oficiais e ficam para sempre na sua biblioteca após o resgate. Lembrando mais uma vez que não ficou exatamente claro quando as ofertas serão encerradas — então aproveite clicando nos links a seguir para ir direto à Play Store.Stickman Legends Offline GamesStickman Legends Offline Games é um RPG de ação em 2D que combina elementos hack and slash com progressão de personagens. O game coloca os jogadores em batalhas frenéticas contra monstros e chefes poderosos, oferecendo diferentes heróis, habilidades especiais e modos de jogo que podem ser aproveitados até mesmo sem conexão com a internet.Baixe de graça na Play StoreShadow Knight: Ninja FightingShadow Knight: Ninja Fighting aposta em combates rápidos e uma estética inspirada em jogos soulslike e RPGs sombrios. O título traz um sistema de evolução de equipamentos, dezenas de habilidades para desbloquear e diversos desafios espalhados por seu mundo de fantasia, permitindo criar diferentes estilos de combate para enfrentar hordas de inimigos.Baixe de graça na Play StoreGuardian War: Ultimate EditionGuardian War: Ultimate Edition mistura exploração, ação e mecânicas clássicas de RPG em uma aventura com visual retrô. O game oferece dezenas de personagens colecionáveis, batalhas em tempo real e uma campanha repleta de missões, além de permitir que os jogadores fortaleçam suas equipes para enfrentar desafios cada vez maiores.Baixe de graça na Play StoreSummoners Era: Idle StrategySummoners Era: Idle Strategy é um game idle focado na coleta e evolução de heróis. Com centenas de personagens disponíveis, o jogo permite formar diferentes combinações de equipes enquanto os recursos continuam sendo obtidos mesmo quando o jogador está offline, tornando a progressão mais acessível para quem prefere sessões rápidas de gameplay.Baixe de graça na Play StoreMetal Soldiers 4 ProInspirado em clássicos como Metal Slug, Metal Soldiers 4 Pro traz combates em plataforma com muita ação, armas variadas e veículos controláveis. O jogo conta com dezenas de fases repletas de inimigos e chefes desafiadores, mantendo a fórmula tradicional dos jogos run and gun que fizeram sucesso nos fliperamas e consoles.Baixe de graça na Play StoreCurtiu a nova lista de jogos gratuitos da Play Store? Pretende dar chance para algum? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel!
- Brecha no Claude para Chrome permite 'sequestrar' a IA para extrair dados do usuáriopor Igor Almenara Carneiro on 16 de Julho, 2026 at 00:00
A empresa de cibersegurança Manifold reportou duas novas brechas de segurança na extensão do Claude para o Google Chrome. As falhas permitem que o atacante aproveite a autonomia da inteligência artificial para extrair informações do Gmail, Google Docs e outros dados pessoais.As vulnerabilidades foram destrinchadas no artigo "ClaudeBleed Reopened", que faz referência à falha "ClaudeBleed" encontrada em maio deste ano. Assim como a original, as novas brechas permitem que extensões maliciosas instaladas no navegador interajam diretamente com o Claude e aproveitem sua autonomia e privilégios para captar informações da vítima.O Claude para Chrome é a extensão de navegador da Anthropic que permite ao chatbot de IA interagir diretamente com o browser, seja para navegar pela web, preencher formulários ou executar ações em nome do usuário.O Claude para Chrome não verifica se o clique é autêntico ou se foi uma ação simulada por uma gente externo. (Fonte: Manifold/Reprodução)Extensões maliciosas podem mandar comandos para o ClaudeSegundo o artigo, a primeira brecha possibilita que extensões maliciosas interajam diretamente com o Claude para o Chrome. Neste caso, a falha abusa da solução implementada para corrigir o ClaudeBleed original para acessar dados sensíveis do usuário.Para corrigir o ClaudeBleed na versão 1.0.72 do Claude para Chrome, a Anthropic restringiu a interação de agentes externos a 9 prompts fixos, dentre eles:challenge-form, challenge-email, challenge-equipament: Prompts para tutoriais de onboarding com o assistente no navegador;use-gmail, use-gdocs, usecase-calendar: Prompts para leitura de dados de serviços do Google;usecase-doordash, usecase-salesforce, usecase-zillow: Prompts para interagir com plataformas de terceiros.Esses prompts padrões não podem ser sobrescritos e resolvem o problema do ClaudeBleed, evitando que uma página web possa dar ordens diretas para a IA.A Manifold percebeu que o mecanismo que aciona esses prompts pré-configurados reside em um script que observa cliques em componentes relacionados, mas a extensão não verifica a autenticidade desse clique – isto é, se partiu de um usuário humano. Essa falta de tratamento permite que uma página web envie um clique sintético para a IA, simulando a intervenção humana.Consequentemente, isso abre caminho para que o complemento malicioso abuse dos prompts pré-configurados para extrair informações sensíveis do usuário em serviços importantes, como Gmail, Google Docs, Calendário e Salesforce.Claude pode ser invocado com "passe livre"A outra brecha encontrada está na estrutura da extensão da Anthropic: toda vez que o painel lateral do Claude é iniciado, ele confere o valor de skipPermissions de seu próprio endereço URL. Se o valor for "false", o Claude pede permissão para executar qualquer ação; se "true", a IA pode agir sem perguntar.Extensões maliciosas podem invocar o Claude já com autonomia total para executar ações. (Fonte: Manifold/Reprodução)O problema, porém, é que não há uma confirmação para alterar as permissões de uso do Claude. O usuário não precisa confirmar a alteração para "Agir sem perguntar" e o aviso que aparece na seção só é exibido após a mudança do privilégio de acesso.Além disso, o Claude não verifica especificamente quem o invocou. Portanto, uma extensão maliciosa pode chamar o Claude e passar o valor "true" como parâmetro para a skipPermissions, concedendo autonomia total à IA.Neste caso, a brecha não leva exatamente a uma extração de dados ou download malicioso, mas é um defeito estrutural importante que pode ser usado em conjunto com outras falhas para captar informações do usuário. Somada à brecha do clique sintético, por exemplo, permitiria que um malware extraísse informações do Gmail, Docs e da Agenda de forma silenciosa.Manifold reportou os problemasA Manifold afirma ter reportado as brechas diretamente à Anthropic em 21 de maio deste ano, logo após a publicação do ClaudeBleed. Contudo, até a versão 1.0.80, as vulnerabilidades não foram corrigidas."No nosso caso, a Anthropic não comentou publicamente nenhuma das nossas descobertas específicas. Não temos como determinar, a partir de fora, se o status 'Resolvido' reflete um trabalho planejado para uma versão futura ou uma decisão de que a capacidade residual não justifica novas alterações no código", comentou a Manifold no artigo.Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre Anthropic, Claude e cibersegurança.
- PL dos Games Vivos: Tudo sobre o projeto de lei 3612/2026, inspirado no Stop Killing Gamespor Mateus Mognon on 15 de Julho, 2026 at 23:15
O Brasil virou protagonista no mundo dos jogos após a apresentação de um projeto de lei inspirado no movimento Stop Killing Games. Após a Sony revelar que vai parar de fabricar jogos em disco a partir de janeiro de 2028, muitos gamers ficaram revoltados com a decisão da companhia no mundo todo. Afinal, mesmo com a dominância da mídia digital, os jogos físicos têm o seu valor por garantir competitividade nos preços e ajudar na preservação de games – além de permitir o empréstimo e até doação de jogos. A Sony ficou em silêncio sobre o movimento dos jogadores e deu indícios que pode não voltar atrás na decisão, mas um projeto de lei apresentado no Brasil gerou esperança para muitos gamers globalmente, enquanto alguns brasileiros estão preocupados com a ideia. Mas se você tá por fora do PL 3612/2026, o Voxel tá aqui pra dar um help. Nós lemos todo o projeto de lei e trazemos aqui os principais pontos que todo gamer precisa saber sobre a proposta da legislação em um resumo bem completo – incluindo as mudanças, polêmicas, multas e o possível impacto da proposição.Contexto: o que motivou o PL 3612/2026?Antes de entrarmos no projeto de lei em si, é válido falar sobre o contexto atual do mercado de games. As discussões sobre preservação de jogos estão em alta desde que a Ubisoft matou e retirou o jogo The Crew da conta de muitos jogadores, no ano de 2024.Em 2026, o debate ganhou força de novo com a Sony anunciando que vai encerrar a produção de jogos em disco em janeiro de 2028. Enquanto muita gente já compra jogos apenas via lojas digitais, a mudança acendeu um alerta sobre preservação de games e controle de mercado.Afinal, como todos os jogos de PlayStation serão vendidos exclusivamente na PS Store, a Sony terá poder para definir preços e controle das licenças de uso dos jogos. Pois é, ao comprar um jogo digital hoje em dia, o que você adquire é uma licença de uso, e não o game em si – algo que a gente falou sobre em um texto opinativo sobre a questão, além deste vídeo no YouTube.Esses temores levaram a um grande movimento de jogadores no mundo todo. Os gamers começaram uma petição que já conta com mais de 300 mil assinaturas e inundaram as redes da Sony com memes e críticas à decisão. Além disso, brasileiros usaram o Reclame Aqui para protestar contra a mudança.A situação também revoltou lojistas, já que a Sony vai seguir a tendência de GTA 6 e vender jogos em mídia física com apenas um código dentro da embalagem. No Brasil, a loja Gamer Hut começou um movimento de protesto nas redes sociais, além de dizer que “as pessoas não colecionam caixas vazias” quando compram games.O debate envolvendo o fim da mídia física do PlayStation impulsionou discussões sobre preservação de games. Imagem: Mateus Mognon/Voxel.E no meio disso tudo, o Brasil acabou virando um dos protagonistas do debate. Logo após o anúncio da PlayStation, a deputada Erika Hilton solicitou uma investigação no Senacon para saber como a decisão da Sony pode impactar o mercado de games brasileiro.Em entrevista ao Voxel, a deputada disse que “o fim da mídia física de jogos é uma tendência que precisamos derrotar. Isso representa o fim da cultura de empréstimo, do mercado de jogos usados e da propriedade real dos jogos por parte dos jogadores”. Erika Hilton também reforçou que “isso é a porta de entrada para novas práticas monopolistas das fabricantes de consoles e para serviços de assinatura cada vez mais caros e abusivos”.Logo em seguida, o Procon-SP entregou um parecer sobre a situação. Em declaração enviada ao Voxel, o órgão disse que a decisão da Sony de parar de vender jogos em disco não é irregular. No entanto, a empresa precisa garantir que os direitos do consumidor sejam respeitados nessa transição.A fala do Procon é bem similar ao que foi dito por Michael McGrath, comissário da União Europeia, que é conhecida por encher o saco de grandes empresas. O especialista disse que a Sony não pode ser obrigada a fabricar discos, mas precisa respeitar os direitos de seus consumidores.O Procon-SP comentou sobre o assunto. Imagem: Mateus Mognon/Voxel.Ou seja, mesmo com tantos protestos de jogadores, pode ser que o fim da mídia física da Sony a partir do PS6 não seja interrompido. No entanto, os direitos do consumidor precisarão ser respeitados – e é exatamente aí que entra a legislação brasileira.Como nasceu o projeto de lei? Neste contexto de domínio da mídia digital, o Projeto de Lei 3612/2026 foi apresentado no Brasil pela deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e por Marcio Filho, presidente da Associação de Criadores de Jogos do Rio de Janeiro há quatro anos. É importante ressaltar que estamos em um ano eleitoral, o que servir de incentivo para pautas como essa, que chamam atenção do público.Em entrevista ao Voxel, Marcio Filho disse que o projeto não se trata de uma manobra política ou algo do tipo. Ele ressaltou que Jandira, responsável pela proposta na câmara, participa da Comissão da Cultura e também foi relatora da lei do streaming, que visa regulamentar o mercado de vídeo sob demanda no Brasil. Nas palavras de Marcio Filho: “a gente tem uma trajetória bastante anterior ao processo eleitoral e ao projeto de lei, então é natural que estejamos atentos aos movimentos que vem acontecendo na área.”Independente do contexto político, a realidade é que a proposta está chamando a atenção internacionalmente. Desde a apresentação, o projeto de lei ganhou repercussão nas redes sociais e em sites internacionais, com muitos gamers vendo o Brasil como uma esperança pra levantar o debate sobre preservação de games.O projeto de lei brasileiro é inspirado no movimento Stop Killing Games.Segundo Marcio Filho, o projeto é claramente inspirado no Stop Killing Games, um movimento global que visa garantir preservação de jogos. Ou seja, a ideia da proposta não é salvar a mídia física após o anúncio da Sony, mas fazer mudanças no Marco Legal dos Games e no Código de Defesa do Consumidor para adaptá-los para um mundo onde a mídia digital está cada vez mais dominante.Resumo do projeto de lei dos gamesO texto do projeto de lei começa apresentando termos que já são conhecidos pelos gamers para os políticos entenderem o que tá rolando, como a definição de jogo eletrônico e conceitos como encerramento de serviço. A partir do segundo capítulo, a proposta começa a trazer o que muda se o projeto de lei for aprovado.As novidades trazidas podem ser sintetizadas em três grandes pontos:Mais transparência e poder para os jogadoresPreservação de gamesMultas e punições para as empresas que não respeitarem as regrasO que muda para os consumidores com o projeto?A primeira grande mudança proposta pelo texto é criar uma obrigação de transparência para as empresas. Se um jogo depender de servidores para funcionar, essa informação terá que aparecer de forma clara na embalagem física, na página de venda digital e nas lojas online, além dos termos de uso que, convenhamos, ninguém lê.Além disso, as empresas também precisariam informar se existe um modo single-player que funcione totalmente offline, qual será o período mínimo de suporte ao jogo e quais são as limitações da licença comprada pelo consumidor. Na prática, a proposta tenta evitar que alguém compre um game sem saber que ele pode deixar de funcionar no futuro.Caso essas informações não sejam fornecidas de forma adequada, o projeto considera que existe um vício de informação, enquadrando a situação dentro do Código de Defesa do Consumidor.Jogos terão prazo mínimo de funcionamento?Um dos pontos que mais pode gerar debates no projeto é a criação de um prazo mínimo de suporte para jogos comercializados com funções online. Pelo projeto, as empresas deverão manter os serviços essenciais de um jogo por pelo menos dois anos após o lançamento no Brasil.Isso não significa que todo jogo precisará permanecer online para sempre. Depois desse período, as empresas continuam podendo encerrar seus serviços, desde que cumpram todas as obrigações previstas na lei, como avisar os consumidores e oferecer uma das soluções previstas.A própria justificativa do projeto afirma que o período de dois anos busca equilibrar a proteção ao consumidor com os custos de manter servidores ativos, especialmente para estúdios menores.Empresas terão que avisar antes de desligar um jogoOutra mudança importante envolve o encerramento dos servidores. Pelo projeto, nenhuma empresa poderá simplesmente desligar um jogo de uma hora para outra após vendê-lo para o público.Se decidir encerrar os serviços, a publisher deverá avisar os jogadores com pelo menos 180 dias de antecedência, o que dá cerca de seis meses. Esse aviso precisaria aparecer dentro do próprio jogo, nas redes sociais oficiais, no site da empresa e também na plataforma onde o game foi vendido.Concord, jogo online da PlayStation que foi “deslançado” após fracassar e não está mais disponível em nenhum lugar. Além da data em que os servidores serão desligados, a empresa também terá que explicar os motivos da decisão e informar qual solução será oferecida aos consumidores. E o projeto também tem algumas obrigações envolvendo o “pós-morte” do jogo.O que acontece quando um jogo é encerrado?Segundo o projeto de lei, quando um jogo dependente de servidores chegar ao fim de sua vida útil, a empresa terá que escolher pelo menos uma alternativa para preservar os direitos do consumidor.A primeira opção é lançar uma atualização que permita que o jogo funcione normalmente sem depender dos servidores oficiais. É a solução que muitos jogadores pediram após casos como The Crew, que ficou inutilizável após o encerramento de seus servidores. No passado, inclusive, já vimos alguns jogos adotando esse tipo de solução, como o game dos Vingadores.A empresa também teria a opção de devolver parte do dinheiro ao consumidor. O reembolso seria proporcional ao tempo de uso do jogo, seguindo critérios que ainda seriam definidos com base no Código de Defesa do Consumidor.Por fim, outra possibilidade seria liberar as chamadas "ferramentas de continuidade" para os jogadores. Isso inclui códigos, programas, documentação técnica e até componentes dos servidores que permitam que comunidades mantenham o jogo funcionando por conta própria.Servidores comunitários seriam autorizadosOs servidores comunitários, no entanto, precisam seguir regras que também estariam previstas na lei brasileira. Hoje, diversas comunidades mantêm versões alternativas de jogos antigos, mas muitas vezes isso acontece em uma área jurídica bastante nebulosa.O projeto prevê que, quando uma empresa desligar oficialmente os servidores e não cumprir suas obrigações, jogadores poderão criar servidores próprios para manter aquele game vivo. A ideia é garantir segurança jurídica para uma prática que já existe há muitos anos em diversos jogos de PC.Isso, porém, não significa que qualquer pessoa poderá transformar um servidor privado em um negócio lucrativo. O texto estabelece uma série de limites financeiros e de transparência. A receita anual desses servidores não poderá ultrapassar o equivalente a 200 salários mínimos. Além disso, cada operador poderá receber, no máximo, três salários mínimos por mês como remuneração.Se houver sobra de dinheiro após o pagamento dos custos, esse valor deverá ser reinvestido na manutenção do próprio servidor ou destinado ao Fundo Nacional de Preservação e Fomento aos Jogos Eletrônicos.Os administradores também precisarão divulgar publicamente quanto arrecadam, quanto gastam e quem é o responsável pela operação. A proposta ainda proíbe o uso desses servidores para atividades ilegais ou para vender itens e vantagens com fins comerciais.Quais jogos ficam de fora da proposta?É importante ressaltar, também, que nem todos os games seriam afetados pela nova legislação. O projeto cria algumas exceções para evitar que regras pensadas para jogos vendidos individualmente acabem atingindo modelos de negócio diferentes.Jogos oferecidos exclusivamente por assinatura, desde que esse modelo exista desde o lançamento, não ficam dentro das regras que falamos anteriormente. Além disso, também ficam de fora títulos totalmente gratuitos e games que já funcionam completamente offline desde sua estreia.Segundo a justificativa apresentada pelos autores, nesses casos a expectativa do consumidor é diferente da compra tradicional de um jogo digital. Ou seja, se a Epic Games decidir fechar Fortnite ou a Valve decidir matar Counter-Strike, que são jogos grátis, a companhia não seria enquadrada em tantas obrigações legais no Brasil.As empresas poderão receber multas?E pra quem não respeitar as novas legislações, o projeto de lei prevê punições. Caso uma empresa encerre os servidores antes dos dois anos mínimos previstos no projeto, ela poderá ser multada.O valor será o maior entre duas possibilidades: 1% do faturamento bruto obtido com aquele jogo no Brasil ou R$ 500 mil, em cálculo proporcional ao tempo restante para completar os dois anos mínimos.Mesmo pagando essa multa, a empresa ainda continuaria obrigada a cumprir as demais exigências da lei, como oferecer patch offline, liberar ferramentas para a comunidade ou reembolsar os consumidores, dependendo do caso.O que é o Fundo Nacional de Preservação dos Jogos?O valor obtido com essas multas será utilizado pelo Fundo Nacional de Preservação e Fomento aos Jogos Eletrônicos, que é criado pela nova lei. Além de receber dinheiro, também poderia receber recursos do orçamento federal, doações e outras fontes previstas em regulamento, como a Lei Rouanet.Segundo o projeto, esse dinheiro serviria para financiar ações de preservação de jogos eletrônicos, incluindo pontos como:Restauração de obras digitaisApoio à produção nacionalCapacitação profissional e manutenção de servidores comunitários que cumpram todos os requisitos da legislação.Games podem virar patrimônio cultural?Um dos capítulos do projeto também trata justamente da preservação histórica dos videogames. O texto propõe reconhecer jogos brasileiros e games com relevância para o público nacional como parte do patrimônio cultural digital no Brasil.Assim, títulos como Horizon Chase, que hoje não pode mais ser comprado em lojas digitais, poderiam se tornar patrimônio cultural no Brasil e ficar disponíveis por meio de um programa de preservação. Caso a proposta avance, caberá ao IPHAN, em conjunto com a Fundação Biblioteca Nacional e outros órgãos federais, criar inventários, registros e políticas de preservação dessas obras.O projeto também permite que empresas depositem voluntariamente uma cópia completa de seus jogos, incluindo código-fonte e documentação técnica, na Fundação Biblioteca Nacional. Esse material serviria exclusivamente para preservação cultural, pesquisa e uso não comercial, sem transferir os direitos autorais das empresas.Enquanto a preservação de games atual gira em torno da mídia física e da pirataria, o projeto poderia criar uma nova forma de garantir que jogos sejam salvos de uma exclusão por parte das desenvolvedoras. Isso, é claro, se o projeto passar e as empresas ajudarem a manter essa biblioteca digital.Caso a iniciativa dê certo, quem sabe o Brasil tenha uma biblioteca de games similar a Oodi, da Finlândia. No ano passado, o Voxel visitou o local, que permite pegar jogos em mídia física emprestados e também jogar dentro da própria biblioteca. Com isso, jogos clássicos seriam tratados de maneira similar a livros, ficando disponíveis em locais de preservação para quem quiser consultar e consumir.Preservação pode beneficiar remakes e remasterizaçõesNo entanto, em um mundo cada vez mais dominado por remakes, as empresas de games costumam ser bastante protetoras com seus games, o que torna difícil acreditar que as empresas vão entregar cópias voluntariamente para preservação. Segundo Marcio Filho, cocriador do projeto de lei, as empresas talvez não ajudem de maneira voluntária, mas serão obrigadas pela legislação a garantir que jogos com peso histórico para o Brasil sejam arquivados no país.O responsável pelo PL ressalta: “O projeto não prevê que a empresa abra mão da propriedade intelectual nem sobre os direitos patrimoniais da sua propriedade intelectual, de modo que não ficam proibidas de fazer seus remakes e remasterizações”. Além disso, Marcio Filho ressalta que entusiastas de games não poderão fazer remakes ou utilizar arquivos na Biblioteca Nacional para projetos com fins lucrativos ou empresariais.Iniciativa de preservação pode ajudar estúdios a salvar jogos antigos, aponta advogado. Imagem: Nintendo.Já o advogado Anderson do Patrocínio, mestre em Comunicação, Política e Tecnologia pela UFABC, além de membro do podcast Regras do Jogo, acredita que a iniciativa pode até ser benéfica para empresas. Segundo ele, a catalogação de jogos em uma biblioteca nacional “melhora a rastreabilidade de versões antigas, reduz o risco de perda de acervos, facilita relançamentos futuros e cria um ambiente institucional mais seguro para lidar com obras que já não estão no ciclo comercial principal.”Esse tipo de iniciativa pode evitar problemas como a perda de arquivos de jogos quando empresas passam por reestruturações ou até são fechadas, como aconteceu com o Kingdom Hearts original. Em 2013, o diretor do game, Tetsuya Nomura, revelou que a Square Enix perdeu os dados origianais do game, o que exigiu uma engenharia reversa de uma cópia comercial do jogo para realizar uma remasterização do título.E esse é apenas um exemplo: grandes franquias como Diablo e Silent Hill também são conhecidas por terem perdido códigos-fonte originais, dificultando a preservação e o trabalho de remasterizações e remakes.Quando o projeto de lei começa a valer?Enquanto a proposta traz muitas ideias que são interessantes no papel, ainda existe um caminho muito longo para o PL virar lei e muita coisa pode mudar no caminho. O texto precisará passar pelas comissões temáticas, ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e, por fim, receber sanção presidencial.Esse processo pode levar meses ou até anos, além de permitir mudanças significativas no texto original. Além disso, se aprovado exatamente como está hoje, o projeto ainda teria 180 dias para ser regulamentado, com as mudanças passando a valer cerca de um ano após a publicação oficial. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Voxel (@voxeloficial) Em entrevista ao Voxel, o cocriador do projeto, Marcio Filho, disse que a deputada responsável pelo PL já conseguiu assinaturas suficientes para que o projeto receba um pedido de votação em caráter de urgência. “Uma vez aprovada essa condição, a mesa diretora deve atribuir um relator imediatamente, e ele deve fazer o conjunto de escutas para a sociedade.”Segundo Marcio Filho, o ano de eleição deixa o Congresso mais lento, mas a expectativa é que o projeto seja votado ainda este ano. De qualquer forma, a dica é ver tudo isso com muita cautela, seja pelo lado bom ou ruim.Muitos jogadores estão esperançosos com as mudanças trazidas no projeto, mas a expectativa é que muita coisa mude no decorrer da tramitação da lei. Além disso, projetos similares já foram propostos em outros lugares do mundo, como na Europa e Estados Unidos, com o Protect Our Games Act. No entanto, nada foi aprovado até o momento.Empresas de games vão deixar o país?E pra quem está achando que as empresas de games vão abandonar o Brasil se a proposta for aprovada, pode ficar tranquilo. A tendência é que as companhias não se assustem tanto com o assunto.Além de as mudanças serem pontuais, os valores das multas podem ser considerados bem pequenos para empresas de grande porte, como PlayStation, Xbox, Rockstar e EA Games. Fazendo a conversão direta, R$ 500 mil são menos de US$ 100 mil, o que é troco para gigantes desse porte.Recentemente, a Lei Felca entrou em vigor no Brasil mexendo nas loot boxes, que movimentam bastante grana, e nenhuma desenvolvedora de peso deixou o país. As desenvolvedoras de games simplesmente fizeram as adaptações necessárias em seus games e seguiram operando no Brasil, o que deve acontecer se o PL for aprovado.Marcio Filho, criador do projeto de lei, também acredita que nenhuma empresa vai abandonar o Brasil por causa disso. Ele usou como exemplo uma legislação da Europa que obrigou a Nintendo a criar uma nova versão do Switch 2 com bateria removível, um processo que é bem mais custoso e foi aplicado pela empresa somente na região.“Não acho que as empresas estejam dispostas a abrir mão da nossa potencialidade de consumo."“Estamos falando da oitava economia do mundo, sexta maior população, e sempre no top 10 de mercado consumidor do setor de jogos eletrônicos”, disse Marcio Filho, sobre a importância do mercado brasileiro. “Não acho que as empresas estejam dispostas a abrir mão da nossa potencialidade de consumo, honestamente.”O advogado Anderson do Patrocínio também acredita que a medida não deve afastar empresas de games do país, já que as medidas visam trazer mais transparência e preservação de jogos. "Quando uma empresa vende um jogo que depende de servidores para funcionar, especialmente se até o modo single-player depende de autenticação online, é razoável que o consumidor saiba por quanto tempo aquela experiência será suportada e o que acontecerá quando o suporte acabar."O especialista em direito também ressalta que o debate trazido pelo projeto de lei acompanha uma discussão global, fazendo com que o Brasil seja apenas uma peça em um grande debate. Gamers brasileiros seguem fazendo barulho na internetEnquanto a questão da mídia física da Sony e o projeto de lei brasileiro seguem em andamento, os gamers brasileiros seguem fazendo barulho online, e essa é a dica do responsável pelo “PL dos jogos”. Segundo Marcio Filho, “na política, onde tem povo, tem atenção. E onde tem povo organizado, tem vitória.”Logo, para quem gostaria de ver melhorias no mercado de games, seguir debatendo nas redes sociais, além de chamar a atenção de empresas e parlamentares, é a melhor forma de garantir que a voz dos gamers seja ouvida.
- Erro de cibercriminoso revela rede de golpes que burla segurança do Microsoft 365por Felipe Vitor Vidal Neri on 15 de Julho, 2026 at 22:45
Durante um ataque de phishing direcionado a contas corporativas do Microsoft 365, um cibercriminoso cometeu um erro que gerou a identificação de múltiplos golpes. Pesquisadores da empresa francesa Lexfo descobriram que o atacante deixou seus rastros acidentalmente e encontraram a “caixa de ferramentas” usada para diversas campanhas maliciosas.A companhia de segurança descobriu isso durante uma varredura de rotina na internet no final de abril de 2026. O criminoso, apelidado de Codemado, executava uma operação de phishing recorrente, mas deixou o diretório do seu servidor aberto. Os pesquisadores encontraram e resolveram olhar o que tinha nesse server.Uma vez com acesso ao servidor, foi descoberto o kit que esse cibercriminoso utilizava em seus ataques. Ao investigar um pouco mais, a Lexfo descobriu que essas ferramentas não eram usadas somente por Codemado, mas também por dois outros atacantes maliciosos, chamados de mail-argenta e saroula01.Diferente dos ataques de força bruta, nos quais o criminoso tenta adivinhar as senhas repetidamente, essa nova onda de invasões foca no roubo de tokens de sessão. É como se esses tokens fossem uma grande credencial que um site emite após um usuário inserir sua senha e o código de autenticação multifatorial (MFA).Codemado usava o software Madoo Blaster, uma interface para geranciamento de spams (Imagem: Lexfo/reprodução)O principal risco dessas campanhas é a falsa sensação de segurança. Como a vítima passa pelo processo de MFA, ela acredita estar protegida. No entanto, o ataque ocorre depois dessa etapa. Isso é uma porta aberta para o sequestro de dados importantes da plataforma que o usuário tenta acessar.Quando o MFA não resolveO centro do ataque ao Microsoft 365 e a caixa de ferramentas dos criminosos reside nos tokens. Essas ferramentas encontradas não são inéditas, mas sim versões modificadas de um software de código aberto chamado Evilginx, disponível publicamente no GitHub. A partir disso, eles usaram IAs como o Claude para criar um ecossistema de phishing.A metodologia utilizada por Codemado e email-agenta usa esse Evilginx para criar uma cópia perfeita da página de login da Microsoft. Quando a vítima acessa o link falso, o servidor do criminoso se coloca no meio da comunicação. A vítima digita a senha e o MFA e o servidor do hacker repassa isso em tempo real para a Microsoft.O resultado desse processo é que a Microsoft acaba validando o token de sessão e o hacker guarda uma cópia disso, sem que a vítima perceba.Já o esquema de saroula01 usa o “Device Code Flow”, que é aquele código usado em SmartTVs para fazer logins em aparelhos por meio de um QR Code na tela. O hacker gera um desses códigos e envia um e-mail falso à vítima, alertando sobre um "problema no autenticador" e pedindo que ela acesse o site oficial da Microsoft para inserir o código.Cibercriminosos usaram a IA CyberNeurova para gerar scripts sem restrições (Imagem: Lexfo/reprodução)A vítima entra no site real, coloca sua senha, passa pelo MFA verdadeiro e digita o código do hacker. Ao fazer isso, ela autoriza remotamente o acesso do criminoso à sua conta corporativa. Em ambos os casos, o acesso aos tokens por parte dos criminosos ocorre sem que a vítima perceba.Como se proteger de ataques assim?O grande problema em ataques direcionados ao MFA é que eles são um mecanismo de segurança legítimo. As vítimas não podem fazer muita coisa, visto que esse recurso já é a grande recomendação de vários especialistas para evitar golpes.A Lexfo recomenda que empresas adotem soluções de autenticação multifatorial resistentes a phishing, como o FIDO2 ou chaves de segurança via biometria.Por falar em golpes, o famoso vírus Redhook evoluiu e agora utiliza uma função nativa do próprio Android para roubar usuários e controlar celulares. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
- Cyberpunk 2077 e mais jogos de Xbox com até 90% OFF; confirapor Rodrigo Estevam Barbosa on 15 de Julho, 2026 at 22:30
As coisas ainda parecem estar bem tensas na divisão de jogos da Microsoft: depois do anúncio de um “reset” e uma imensa quantidade de demissões, o continua sendo o tema de relatos anônimos de ex-funcionários de diversos estúdios da casa. Enquanto acompanhamos e torcemos para que as coisas se ajeitem, seguimos aproveitando os jogos em promoção na Microsoft Store, que nesta semana traz títulos com até 90% de desconto.Por exemplo, entre as ofertas para Xbox em destaque temos games como Cyberpunk 2077, Star Wars Outlaws, Resident Evil 4, Darkest Dungeon II e Deadlight: Director's Cut, que está custando apenas R$ 4,35.LEIA TAMBÉM: Xbox vai 'desmoronar': Funcionários falam sobre demissão em massa na parte de games da MicrosoftVem com a gente conferir os jogos de Xbox no precinho e aproveite para aumentar o backlog com um monte de jogão em promoção.Promoções de jogos para Xbox na Microsoft StoreA seguir, você confere a nossa lista com as principais promoções de jogos para Xbox One, Series S e Series X disponíveis nesta semana na Microsoft Store:Fobia - St. Dinfna Hotel (Pulsatrix Studios) — R$ 11,24 (-90%) Sniper Elite 4 (Rebellion) — R$ 19,90 (-90%) Tails Of Iron (Odd Bug Studio) — R$ 13,99 (-90%) Deadlight: Director's Cut (Tequila Works) — R$ 4,35 (-85%) Inside (Playdead) — R$ 10,86 (-85%) Limbo (Playdead) — R$ 5,46 (-85%) Ghostrunner 2 (One More Level) — R$ 32,39 (-80%) Resident Evil 2 (Capcom) — R$ 33,44 (-80%) The Witcher 3: Wild Hunt — Complete Edition (CD Projekt Red) — R$ 38,00 (-80%) Blasphemous 2 (The Game Kitchen) — R$ 39,97 (-75%) Resident Evil 4 (Capcom) — R$ 49,00 (-75%) Solasta: Crown of the Magister (Tactical Adventures) — R$ 34,08 (-75%) Star Wars Outlaws (Ubisoft) — R$ 87,48 (-75%) Cyberpunk 2077 (CD Projekt Red) — R$ 74,70 (-70%) Darkest Dungeon II (Red Hook Studios) — R$ 32,23 (-70%) Cupom KaBuM!Ainda não tem seu Xbox? Então pare de marcar bobeira, aproveite as promoções e use o cupom KaBuM! para adquirir o seu Xbox Series S ou Series X novinho com desconto o quanto antes!Economize e parcele suas compras no Xbox com a NuuvemExiste uma forma de aliviar um pouco as finanças e parcelar os jogos de Xbox que a gente tanto quer — e com direito a cashback — usando os gift cards da Nuuvem.Você pode comprar gift cards e assinaturas do Xbox Game Pass na Nuuvem com cashback e opções de parcelamentoNa Nuuvem é possível parcelar a compra em até 4x sem juros no PayPal ou em até 6x sem juros no cartão de crédito. E o melhor: você ainda recebe cashback em forma de moedinhas na própria plataforma, que podem ser usadas em compras futuras e abater parte do valor do pagamento final.Você pode comprar desde gift cards a cartões de assinaturas do Xbox Game Pass e, além do cashback, ainda pode usar cupons de desconto que vez ou outra são liberados pela galera da Nuuvem.E aí, aproveitou para comprar algum dos jogos para Xbox em promoção? Nos conte nas redes sociais do Voxel!
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- IA usada na Copa de 2026 deu a todas as seleções a mesma arma táticapor Rodrigo Mozelli on 16 de Julho, 2026 at 02:14
Tecnologia da Lenovo reúne e analisa milhões de pontos de dados e mais de duas mil métricas para gerar relatórios, gráficos, animações e outros recursos O post IA usada na Copa de 2026 deu a todas as seleções a mesma arma tática apareceu primeiro em Olhar Digital.
- Casa limpa sem esforço: veja uma seleção de aspiradores robô em promoção na Amazonpor Eduardo Nuvens on 16 de Julho, 2026 at 01:53
Manter o chão limpo no dia a dia ficou muito mais fácil com os aspiradores robô. Se você ainda não tem um — ou quer trocar o seu por um modelo mais completo —, separamos três opções em oferta na Amazon para diferentes perfis e necessidades. Confira! WAP ROBOT W100 — Aspirador Robô 3 em O post Casa limpa sem esforço: veja uma seleção de aspiradores robô em promoção na Amazon apareceu primeiro em Olhar Digital.
- Samsung Galaxy Fit3: o smartwatch que une estilo e praticidade está em promoção na Amazonpor Eduardo Nuvens on 16 de Julho, 2026 at 01:43
Se você está pensando em monitorar melhor sua saúde e rotina sem abrir mão do visual, o Samsung Galaxy Fit3 é uma das opções mais equilibradas do mercado — e está disponível em boas condições na Amazon. Reunimos duas versões do modelo para facilitar sua escolha. Smartwatch Samsung Galaxy Fit3 Display 1.6″ Rosé A versão O post Samsung Galaxy Fit3: o smartwatch que une estilo e praticidade está em promoção na Amazon apareceu primeiro em Olhar Digital.
- Elon Musk compra mais uma empresa por R$ 5 bilhõespor News on 16 de Julho, 2026 at 01:38
APR Energy foi comprada pelo executivo há alguns meses, mas só agora a transação foi "descoberta" O post Elon Musk compra mais uma empresa por R$ 5 bilhões apareceu primeiro em Olhar Digital.
- Halo, Jedi e LEGO: uma seleção de jogos Xbox que estão em promoção na Amazonpor Eduardo Nuvens on 16 de Julho, 2026 at 01:33
Se você é fã de Xbox e está procurando boas opções para ampliar a biblioteca de jogos, separamos três títulos que valem muito a atenção. São opções para diferentes perfis de jogador — de ação épica a aventura e diversão para a família — todas disponíveis na Amazon. Confira. Halo Infinite para Xbox One e O post Halo, Jedi e LEGO: uma seleção de jogos Xbox que estão em promoção na Amazon apareceu primeiro em Olhar Digital.
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- Zelensky demite ministro de Defesa da Ucrânia após seis meses no cargopor Estadão Conteúdo on 16 de Julho, 2026 at 02:02
Mykhailo Fedorov, de 35 anos, que ocupou o cargo por apenas seis meses, publicou uma mensagem de despedida nas redes sociais, após dias de rumores sobre sua saída The post Zelensky demite ministro de Defesa da Ucrânia após seis meses no cargo appeared first on InfoMoney.
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O número de pacientes atendidos é de 34.872, quase 18 mil pessoas estão sem casa, e mais de 128 mil famílias receberam algum tipo de atendimento The post Número de mortos em terremotos na Venezuela passa de 4,8 mil appeared first on InfoMoney.
- Embarcações se recusam a fazer travessias por Ormuz sob escolta dos EUA, dizem fontespor Reuters on 16 de Julho, 2026 at 01:24
As empresas de transporte marítimo estão avaliando a rota no lado de Omã do estreito como cada vez mais perigosa, após uma onda de ataques a navios The post Embarcações se recusam a fazer travessias por Ormuz sob escolta dos EUA, dizem fontes appeared first on InfoMoney.
- Flávio Bolsonaro: não tenho relação com Michelle e não vou pressioná-la por apoiopor Estadão Conteúdo on 16 de Julho, 2026 at 01:20
Flávio disse não ter assistido a um vídeo publicado por Michelle em que ela o acusa de maltratá-la durante as articulações da eleição no Ceará The post Flávio Bolsonaro: não tenho relação com Michelle e não vou pressioná-la por apoio appeared first on InfoMoney.
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- EUA avisam que tarifa de 25% pode cair ou subir, dependendo da resposta do Brasilon 16 de Julho, 2026 at 07:15
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- Ex-conselheiro do Fed recebe pena de 38 meses por declarações falsas sobre Chinaon 16 de Julho, 2026 at 06:02
Um ex-conselheiro sênior do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, foi condenado a 38 meses de detenção por fazer declarações falsas a investigadores sobre o compartilhamento de informações confidenciais da instituição com agentes de inteligência chineses, informou o Departamento de Justiça na quarta-feira (15). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
- Três maiores companhias aéreas da China projetam prejuízo conjunto de até US$ 1,33 bilhãoon 16 de Julho, 2026 at 05:10
As três maiores companhias aéreas estatais da China projetam um prejuízo líquido conjunto entre 7,37 bilhões e 8,97 bilhões de yuans (US$ 1,09 bilhão a US$ 1,33 bilhão) no primeiro semestre, ampliando as perdas em relação ao mesmo período de 2025. As empresas atribuem o resultado principalmente à alta dos preços dos combustíveis provocada pelo prolongamento da guerra no Oriente Médio. Em comunicados divulgados na terça-feira (14) às bolsas de Hong Kong e Xangai, China Southern Airlines, Air China e China Eastern Airlines informaram as estimativas. O prejuízo supera os 4,86 bilhões de yuans (US$ 720 milhões)registrados um ano antes e representa uma forte reversão em relação ao primeiro trimestre deste ano, quando as três companhias somaram lucro líquido de 4,82 bilhões de yuans (US$ 710 milhões). Com isso, as perdas do segundo trimestre ficaram entre 12,2 bilhões (US$ 1,81 bilhão) e 13,8 bilhões de yuans (US$ 2,04 bilhões). A deterioração ocorre apesar de as companhias chinesas terem ampliado os voos para a Europa após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, aproveitando a possibilidade de operar rotas mais curtas sobre a Rússia. Ainda assim, o aumento dos custos com combustível anulou esse benefício. As três empresas — unidades listadas de conglomerados controlados pelo governo central chinês — vêm sofrendo forte pressão com a disparada dos preços do querosene de aviação. A China Southern estimou o maior prejuízo entre as três, entre 3,47 bilhões (US$ 510 milhões) e 3,97 bilhões de yuans (US$ 590 milhões) no primeiro semestre, após perdas de 4,95 bilhões a 5,45 bilhões de yuans (US$ 730 milhões a US$ 810 milhões) no segundo trimestre. Depois de ser a única grande companhia chinesa a registrar lucro líquido em 2025, a empresa afirmou que a volatilidade dos preços do combustível, impulsionada pelas tensões geopolíticas, exerceu forte pressão sobre todo o setor. "Desde março, afetados pela conjuntura geopolítica internacional, os preços do querosene de aviação oscilaram fortemente, exercendo enorme pressão sobre todo o setor", afirmaram, em comunicado, os secretários-gerais da empresa, Chen Wei Hua e Liu Wei. A companhia disse ter reagido rapidamente às mudanças, mas atribuiu o prejuízo a fatores objetivos, como o cenário internacional. Apesar das dificuldades, a China Southern foi a primeira companhia aérea chinesa a anunciar uma compra de aeronaves Boeing após a cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim. No fim do mês passado, informou que sua subsidiária China Southern Air Cargo adquirirá cinco cargueiros B777-8F e duas aeronaves B777F, em um negócio avaliado em cerca de US$ 3,61 bilhões a preços de catálogo. A Air China, por sua vez, projeta prejuízo líquido entre 2,1 bilhões de yuans (US$ 310 milhões) e 2,6 bilhões de yuans (US$ 310 milhões) no semestre. Após lucro de 1,71 bilhão de yuans (US$ 250 milhões) no primeiro trimestre, a companhia estima perdas entre 3,81 bilhões e 4,31 bilhões de yuans no segundo (US$ 560 milhões e US$ 640 milhões). Segundo a empresa, os elevados preços do combustível, decorrentes das tensões no Oriente Médio, reduziram significativamente as margens de lucro. A China Eastern prevê prejuízo líquido de 2,4 bilhões de yuans (US$ 360 milhões) no primeiro semestre, depois de perdas superiores a 4 bilhões de yuans (US$ 590 milhões) no segundo trimestre. A empresa também atribuiu o desempenho ao aumento dos custos com combustível, que classificou como um dos principais desafios enfrentados pelo setor. Segundo Parash Jain, chefe global de pesquisa de transporte e logística do HSBC, as perdas das três companhias seriam ainda maiores sem os ganhos cambiais decorrentes da desvalorização do dólar frente ao yuan. Pelas estimativas do banco, elas obtiveram cerca de 1,2 bilhão de yuans (US$ 180 milhões) em ganhos cambiais apenas no segundo trimestre. Como despesas com combustível e aeronaves são, em geral, denominadas em dólares, Jain prevê um terceiro trimestre difícil. Na avaliação do analista, a combinação de demanda mais fraca, tarifas menores e custos elevados com combustível deixa pouco espaço para recuperação das margens no curto prazo. Após acumularem prejuízos na maior parte dos últimos seis anos, as grandes estatais seguem reforçando seu capital com apoio das controladoras. A China Southern recebeu aprovação para captar até 15 bilhões de yuans (US$ 2,22 bilhões) por meio de uma emissão de ações, enquanto a Air China levantou 20 bilhões de yuans (US$ 2,96 bilhões) em junho e anunciou uma injeção de mais de 6 bilhões de yuans (US$ 890 milhões) na subsidiária Shenzhen Airlines, por meio de aeronaves Airbus A350 e recursos em caixa. Enquanto as três maiores companhias enfrentam dificuldades, empresas menores ainda esperam permanecer lucrativas no primeiro semestre, embora com forte queda nos resultados. A China Express Airlines projeta lucro líquido entre 35 milhões (US$ 5,2 milhões) e 50 milhões de yuans (US$ 7,4 milhões), recuo de 80% a 86% em relação ao ano anterior, enquanto a Juneyao Airlines estima lucro entre 140 milhões (US$ 20,7 milhões) e 210 milhões de yuans (US$ 31,1 milhões), queda de 58% a 72%. Para Jain, o cenário justifica a recomendação de "manter" para as ações das três grandes companhias listadas em Hong Kong e Xangai. Em contrapartida, o analista considera a Cathay Pacific uma oportunidade de compra, citando a expectativa de demanda robusta por viagens premium, receitas elevadas com carga e custos mais baixos de combustível no segundo semestre. Embora a Cathay ainda não tenha divulgado sua projeção para o semestre, a companhia deve registrar um ganho contábil de 1,4 bilhão de dólares de Hong Kong (US$ 180 milhões) com a diluição de sua participação na Air China após o recente aumento de capital da companhia chinesa.
- Amazon amplia logística na China diante de maior controle alfandegário nos EUAon 16 de Julho, 2026 at 05:08
A Amazon está ampliando sua rede de armazéns próximos a grandes portos chineses para atender à demanda por um comércio em conformidade com as exigências legais, devido ao aumento da fiscalização sobre mercadorias importadas pelas autoridades alfandegárias dos Estados Unidos. Embora não opere mais uma plataforma de comércio eletrônico na China, o país continua sendo a principal origem dos produtos vendidos pela empresa nos EUA e em outros mercados. Segundo a consultoria Marketplace Pulse, metade dos vendedores ativos da Amazon no mundo era da China no ano passado. Com a concorrência cada vez mais acirrada de plataformas chinesas como Shein e Temu, que disputam espaço no maior mercado consumidor do mundo, fortalecer a logística tornou-se uma prioridade para a Amazon. Ao mesmo tempo, empresas chinesas de logística vêm expandindo suas operações nos EUA em resposta à guerra comercial do presidente Donald Trump, oferecendo serviços que vão do transporte e armazenagem à entrega final. A Amazon começará a operar nesta quinta-feira (16) um centro global de armazenagem e distribuição próximo ao porto de águas profundas de Yangshan, em Xangai, segundo informou a empresa. A instalação, com 20 mil metros quadrados, se soma à unidade inaugurada em abril em Shenzhen, enquanto um terceiro centro, em Ningbo, deverá entrar em operação entre agosto e setembro. Os vendedores chineses poderão armazenar mercadorias nesses centros e enviá-las diretamente aos consumidores americanos. Inicialmente, o serviço atenderá apenas embarques marítimos para os EUA, mas a empresa pretende expandi-lo para outros mercados. Segundo a Amazon, um dos principais diferenciais do serviço é ajudar os vendedores a cumprir as exigências alfandegárias dos EUA, que se tornaram mais rigorosas. Desde 8 de julho, a Comissão de Segurança de Produtos de Consumo dos EUA (CPSC) exige o envio eletrônico obrigatório de certificados para produtos importados. A medida busca reforçar o controle sobre mercadorias vendidas pela internet e enviadas diretamente de fábricas no exterior — sobretudo na China — aos consumidores americanos, sem passar pelas inspeções tradicionais. A empresa afirma que as tarifas de armazenagem nesses centros globais são até 45% menores do que as cobradas em seus armazéns nos EUA. Fontes do setor, porém, disseram ao Nikkei Asia que os preços ainda tendem a ser superiores aos praticados por empresas chinesas de logística. A expansão da infraestrutura na China ocorre enquanto a Amazon reduz suas operações em outras partes da Ásia, onde enfrenta concorrentes regionais mais fortes.
- Brent sobe a US$ 85,26 com tensão entre EUA e Irãon 16 de Julho, 2026 at 05:01
Os preços do petróleo ampliavam os ganhos nesta quinta-feira (16), com investidores monitorando a escalada das tensões no Oriente Médio. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia ampliar as operações militares americanas no Irã, segundo autoridades americanas citadas pelo The Wall Street Journal. Entre as opções consideradas estão intensificar ataques aéreos e enviar tropas terrestres para tomar ilhas iranianas próximas ao Estreito de Ormuz. Os ataques contínuos no Irã aumentaram as preocupações sobre possíveis interrupções no fornecimento de petróleo, disseram analistas do ANZ Research em nota. O conflito está concentrado no Estreito de Ormuz, uma rota estratégica por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial transportado. Os contratos futuros do petróleo WTI para o primeiro vencimento subiam 0,6%, para US$ 80,07 por barril, enquanto o Brent avançava 0,4%, para US$ 85,26 por barril.
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- Globo avalia vetar contratos de patrocínios com bets na próxima edição do BBBpor Gabriel Vaquer on 16 de Julho, 2026 at 07:00
A Globo avalia rejeitar contratos de patrocínio de casas de apostas para a próxima edição do Big Brother Brasil, prevista para janeiro de 2027. A restrição pode fazer parte do novo manual de propagandas para o segmento, que a direção da empresa estuda colocar em prática. Leia mais (07/16/2026 - 04h00)
- Harry Styles abre mão da estética espalhafatosa para adotar o 'uncool' em nova fasepor Manuela Mourão on 16 de Julho, 2026 at 07:00
De paletós que expunham seu tórax tatuado para as gravatas e camisas sociais reservadas. Um tchau para os macacões à moda Elton John e David Bowie, vestidos pomposos e boá de plumas, e um olá para peças de alfaiataria e muitos -muitos- tênis de corrida. Leia mais (07/16/2026 - 04h00)
- Peça de teatro em São Paulo acompanha líder de seita que usa carisma para atrair jovenspor Diogo Bachega on 16 de Julho, 2026 at 02:00
Uma peça escrita em 2002 por Mário Bortolotto vai ganhar nova montagem a partir desta sexta-feira (17), no teatro do Cemitério dos Automóveis. O texto fala de um carismático líder de culto que se revela uma pessoa perigosa. Leia mais (07/15/2026 - 23h00)
- Como nova tecnologia ajudou 'A Odisseia' a virar o épico que Nolan sempre quispor Leonardo Sanchez on 16 de Julho, 2026 at 02:00
Não vai ser fácil assistir a "A Odisseia" do jeito imaginado por Christopher Nolan. A adaptação, afinal, é o primeiro longa filmado inteiramente no formato Imax, e não são muitas as salas que carregam a tecnologia -no Brasil, são 12. Leia mais (07/15/2026 - 23h00)
- Christopher Nolan conduz jornada épica com grande elenco em 'A Odisseia', que estreia nos cinemaspor Jean Werneck on 16 de Julho, 2026 at 02:00
Um dos filmes mais aguardados do ano, "A Odisseia" acaba de entrar em cartaz nos cinemas. Dois anos após conquistar sete estatuetas do Oscar com "Oppenheimer", Christopher Nolan adapta o poema épico, uma das aventuras mais conhecidas da literatura mundial, para um longa em Imax de quase três horas de duração. Leia mais (07/15/2026 - 23h00)























