O dia de hoje na história. 15 de dezembro de 1791. 1791: Entra em vigor nos Estados...
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- Erika Hilton diz que 'gamer também é gente' e critica os impostos nos jogos no Brasilpor Mateus Mognon on 17 de Julho, 2026 at 08:00
O anúncio da PlayStation de que deixará de fabricar jogos em mídia física a partir de 2028 continua repercutindo dentro e fora do Brasil. A decisão da Sony reacendeu discussões sobre a preservação de games, direitos do consumidor e o crescimento do mercado digital, além de motivar mobilizações de jogadores em diversos países.No Brasil, o caso ganhou repercussão fora da 'bolha gamer' após a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) protocolar uma representação junto à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). A parlamentar solicitou que o órgão investigue os possíveis impactos da medida para os consumidores brasileiros. Após a iniciativa, o Procon-SP também comentou as ações da Sony e um projeto de lei foi apresentado no país visando garantir a preservação de games. Com isso, o país virou o centro de um debate internacional sobre propriedade de jogos digitais e concorrência no mercado de videogames.Erika Hilton, deputada federal pelo PSOL-SP. Imagem: Lula Marques/Agência BrasilEnquanto a situação segue rendendo debates no mundo todo, alguns brasileiros questionaram a ação da deputada e toda a movimentação envolvendo games. Em entrevista exclusiva ao Voxel, Erika Hilton falou sobre o andamento da representação, respondeu às críticas recebidas nas redes sociais e comentou temas que também surgiram durante a discussão, como a elevada carga tributária sobre videogames no Brasil. 'O fim dos jogos em mídia física e a venda de jogos digitais têm criado distorções que prejudicam os consumidores'Segundo a parlamentar, embora o sistema tributário brasileiro precise de mudanças, a política de preços da PlayStation envolve questões que vão muito além dos impostos.O que Erika Hilton espera da investigação contra a PlayStation?Apesar da grande repercussão do anúncio do fim da mídia física da Sony para janeiro de 2028, a Senacon ainda não comentou o assunto. Para a deputada, a principal expectativa é que o órgão utilize os instrumentos já existentes no Código de Defesa do Consumidor para avaliar se a mudança anunciada pela Sony pode resultar em práticas prejudiciais aos jogadores.Segundo Erika, a transição para um mercado totalmente digital amplia o poder das fabricantes de consoles sobre a distribuição dos jogos, permitindo que elas concentrem praticamente toda a comercialização em suas próprias lojas virtuais. Na avaliação da parlamentar, isso cria um cenário de pouca concorrência e reduz o poder de escolha dos consumidores.A partir de janeiro de 2028, jogos em mídia física da Sony serão vendidos em caixas vazias com código de download. Imagem: Mateus Mognon."O fim dos jogos em mídia física e a venda de jogos digitais têm criado distorções que prejudicam os consumidores e beneficiam desproporcionalmente as fabricantes de consoles", afirmou. Ela também revelou ao Voxel que o procedimento já avançou internamente e foi encaminhado para a Coordenação-Geral de Consultoria Técnica e Sanções Administrativas da Senacon, responsável por analisar o caso.“Nossa intenção nessa denúncia foi alertar um órgão que já conta com autonomia e respaldo legal para agir em defesa dos consumidores dessas práticas”, explica Erika Hilton. “Os direitos desses consumidores, apesar de serem comumente vistos como um terreno cinzento, estão previstos, mesmo que parcialmente, no mesmo Código de Defesa do Consumidor já em vigor e cotidianamente aplicado no Brasil.” Propriedade digital é a principal preocupaçãoEntre os diversos pontos levantados pela representação — como revenda, empréstimo, preservação de jogos e acesso à internet — Erika considera que existe uma questão ainda mais urgente: o conceito de propriedade dos jogos digitais. Atualmente, lojas como a PlayStation Store vendem uma licença de uso para os jogadores, ao invés do game em si.Na visão da deputada, quem compra um game deveria ter garantias semelhantes às oferecidas pela mídia física, incluindo a possibilidade de emprestar, revender ou simplesmente continuar utilizando aquele produto sem correr o risco de perdê-lo futuramente por decisões comerciais das empresas.Confira também - Loja brasileira se recusa a vender mídia física de GTA 6 pela ausência de disco | VoxelA discussão ganhou força nos últimos anos após casos como o encerramento de servidores de jogos vendidos digitalmente e a remoção de títulos das bibliotecas de alguns consumidores, como foi o caso de The Crew, em 2024. A polêmica deu origem ao movimento Stop Killing Games, rendendo debates políticos sobre o assunto globalmente e servindo como inspiração para um projeto de lei no Brasil.Projeto inspirado no Stop Killing Games recebe apoio de Erika HiltonDurante a entrevista, Erika também comentou o Projeto de Lei 3.612/2026, apresentado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). A proposta busca atualizar a legislação brasileira para estabelecer regras específicas sobre jogos digitais, preservação de games e encerramento de servidores.A parlamentar classificou o projeto como "excelente" e afirmou que sua equipe já acompanhava as discussões internacionais antes mesmo da apresentação da proposta. Segundo ela, apesar de reconhecer que o texto deverá enfrentar resistência política e pressão da indústria, considera importante que o Congresso avance no debate."O direito à propriedade de jogos digitais não pode esperar", declarou a deputada. Para Erika, o Brasil possui condições de assumir protagonismo internacional nessa discussão graças à existência de um Código de Defesa do Consumidor considerado avançado em comparação com diversos outros países.Erika Hilton também ressaltou que o Brasil está entrando no recesso parlamentar por causa das eleições. Com isso, a expectativa é que o debate sobre o projeto de lei no âmbito político seja desacelerado – no entanto, os responsáveis pelo PL dos Games Vivos acreditam que a votação pode ocorrer ainda este ano. Impostos sobre games entram no debateOutro assunto levantado durante a entrevista foi a carga tributária sobre videogames no Brasil. Nas redes sociais, parte dos jogadores argumentou que o foco do debate deveria estar nos altos impostos cobrados sobre consoles e jogos, e não na investigação envolvendo a PlayStation.Erika Hilton concorda que o sistema tributário brasileiro pesa sobre o consumo e afirma que essa realidade precisa ser revista. Segundo ela, o país ainda tributa excessivamente produtos consumidos pela população enquanto cobra menos impostos sobre grandes patrimônios e rendas elevadas.“É importante dizer que, infelizmente, a carga tributária sobre o consumidor no Brasil é muito alta em todas as áreas, não só nos games. Estamos na contramão do mundo desenvolvido”, ressaltou a deputada. “Quando comparamos com os países ricos, taxamos muito mais o consumo, taxamos pouco as rendas altas, e taxamos quase nada as grandes heranças e grandes fortunas. É uma forma do trabalhador financiar o Estado pra aliviar o bolso do patrão. Isso precisa mudar”, enfatizou Erika Hilton."Não há incentivo fiscal ou redução da carga tributária que faça a Sony reduzir os preços."Apesar da questão tributária, a deputada acredita que essa discussão não explica, sozinha, os preços praticados pela PlayStation em sua loja digital. Segundo ela, mesmo uma eventual redução de impostos dificilmente faria a empresa diminuir os valores cobrados caso não exista concorrência suficiente no mercado.A deputada levantou preocupações com práticas monopolistas da Sony que podem ter impacto negativo no mercado de usados após o fim da mídia física e aumentar ainda mais os preços. Ela também lembrou dos testes envolvendo preços dinâmicos realizados na loja em diversos países, inclusive no Brasil. "Não há incentivo fiscal ou redução da carga tributária que faça a Sony reduzir os preços. A ideia da empresa, inclusive com a precificação dinâmica, parece ser cobrar o que bem entender e maximizar suas margens", diz a deputada, lembrando que a questão está rendendo debates globais – principalmente após GTA 6 entrar em pré-venda sem disco e com preços partindo de US$ 80.Na avaliação da parlamentar, o encerramento da mídia física elimina um dos principais mecanismos de competição entre varejistas e fortalece ainda mais o domínio da fabricante sobre a venda de jogos digitais. É justamente esse cenário que, segundo ela, justifica a necessidade de uma análise mais aprofundada por parte dos órgãos de defesa do consumidor.Veja também - As pessoas não colecionam caixas vazias, elas colecionam jogos, diz loja de games físicos Gamer Hut | VoxelErika Hilton responde críticas e diz que “gamer também é gente” e precisa de atenção dos políticosDesde que protocolou a representação na Senacon, Erika Hilton passou a receber críticas de parte da comunidade gamer. Enquanto alguns elogiaram a iniciativa, outros afirmaram que o tema estaria sendo utilizado apenas por ocorrer em ano eleitoral.Questionada pelo Voxel sobre essas acusações, a deputada disse que as críticas vieram de diferentes grupos políticos, mas afirmou que isso não muda o papel do mandato. “Na direita, falaram que é politicagem (e outras coisas muito piores). Na esquerda, teve gente dizendo que direito do consumidor é coisa de liberal, que é uma pauta menor.”Segundo ela, a representação foi apresentada após receber pedidos de ajuda de consumidores preocupados com as mudanças anunciadas pela PlayStation. “Sempre vão dizer alguma coisa e minha resposta sempre será continuar trabalhando e entregando o que quase ninguém entrega”, disse a parlamentar."Recebi denúncias e é meu papel fazer algo. Sou paga para isso.""Recebi denúncias e é meu papel fazer algo. Sou paga para isso, sou uma parlamentar, sou membra da Comissão de Defesa do Consumidor e todo mundo tem direito à representação política. Gamer também é gente", afirmou.A parlamentar também comentou os ataques pessoais que passaram a aparecer nas redes sociais durante a repercussão do caso. Segundo Erika, críticas fazem parte da atividade política, mas ofensas mais graves passam a ser tratadas por sua equipe jurídica. Ela ainda comparou a reação ao que aconteceu durante a tramitação da proposta que tratava do fim da escala 6x1. Erika afirmou que já enfrentou resistência, de diferentes lados políticos, ao defender pautas que fogem dos temas pelos quais costuma ser mais conhecida.Deputada Erika Hilton fala sobre como lida com ataques e críticas. Imagem: Instagram.“Haviam grupinhos que achavam, e ainda acham, serem donos das pautas trabalhistas ou do 'futuro da esquerda' e que eu deveria me restringir à caixinha dos direitos LGBTQIA+. Hoje, a PEC está aprovada na Câmara e essa gente ainda tá me xingando”, disse a deputada.“O medo de gente assim é perder o domínio sobre uma pauta. Ainda mais perder o domínio pra quem, no fim do dia, quer conquistar uma melhoria, e não transformar a pauta num eterno discurso pra conquistar votos”, concluiu Erika Hilton.Debate pode aproximar gamers dos direitos do consumidorEnquanto o debate sobre games segue pegando fogo nas redes sociais e dividindo opiniões, Erika Hilton acredita que as discussões já contam com um lado positivo. Segundo a parlamentar, todo o furor em torno do fim dos jogos em disco do PlayStation teve um efeito positivo ao aproximar uma parcela dos jogadores de temas ligados aos direitos do consumidor e aos direitos digitais.Segundo ela, muitos dos problemas enfrentados atualmente pelos consumidores já podem ser discutidos com base na legislação existente. Ao mesmo tempo, a deputada acredita que o debate pode servir como ponto de partida para mudanças mais específicas voltadas ao mercado de jogos digitais.Segundo Erika Hilton, os debates precisam ir além dos jogos em mídia física. Imagem: Tommaso Boddi/Getty Images."Inúmeros abusos que são cometidos diariamente contra os consumidores, os gamers inclusos, já podem ser combatidos com os mecanismos atuais. Quanto mais gente souber lutar contra esses abusos, melhor", afirmou a parlamentar.Segundo a deputada, o debate precisa ir além do fim da mídia física. Ela acrescenta que o cenário seria ainda mais positivo caso a mobilização resulte na criação de regras que deixem explícito, na legislação brasileira, o direito de propriedade sobre jogos digitais. Segundo ela, o crescimento de modelos baseados exclusivamente em assinaturas e licenças representa uma transformação na relação entre consumidores e empresas de tecnologia. Na avaliação da parlamentar, existe um movimento global em que usuários deixam de ser proprietários dos produtos que compram para se tornarem apenas assinantes de serviços."Estamos caminhando para uma nova forma de alienação do trabalhador na qual nem consumidor ele é."“Aos gamers, no geral, acho importante dizer que esse debate, que abrange da propriedade dos jogos digitais à formação de um capitalismo onde tudo é uma mensalidade e ninguém é dono de nada, é um debate global”, enfatiza Erika Hilton. “Estamos caminhando para uma nova forma de alienação do trabalhador na qual nem consumidor ele é. Ele é assinante.”Sem direcionar a discussão exclusivamente para questões partidárias, Erika afirmou que esse tipo de cenário exige participação do estado para equilibrar a relação entre consumidores e grandes empresas de tecnologia. "Não se quebra monopólios passando pano para práticas como as da Sony. O poder público precisa ter capacidade, e coragem, de enfrentar essa realidade", concluiu.Confira também - Mídia digital não ficará mais barata após fim dos jogos em disco, dizem especialistas | VoxelEnquanto a representação apresentada por Erika Hilton segue em análise na Senacon e o Projeto de Lei 3.612/2026 inicia sua tramitação na Câmara dos Deputados, o debate sobre propriedade digital e preservação de jogos continua ganhando força no Brasil. Independentemente do desfecho das propostas, a discussão já colocou o país entre os principais centros de um tema que mobiliza jogadores e indústria em todo o mundo.Resta agora aguardar para ver o desfecho de tantas propostas e discussões. E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Comente nas redes sociais do Voxel!
- The Duskbloods poderá ser jogado de graça em agosto! Veja as datas dos testespor Valdecir Emboava on 17 de Julho, 2026 at 00:15
O Checkpoint desta quinta (16) chega com boas notícias. Embora ainda não tenha data de lançamento, os ansiosos por The Duskbloods, novo exclusivo de Switch 2 desenvolvido pela FromSoftware, poderão testar o game em agosto, mês em que será realizado uma bateria de testes de rede.Em outras notícias, também tivemos a confirmação da Ubisoft de um New Game+ para Assassin’s Creed Black Flag Resynced, remake do clássico lançado em 2013 pelo estúdio.Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quinta (16)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!The Duskbloods terá testes de rede em agosto no Switch 2Os jogadores poderão experimentar The Duskbloods antes de seu lançamento oficial ainda em 2026. A FromSoftware confirmou que o teste de rede do exclusivo de Switch 2 acontecerá entre os dias 21 e 24 de agosto — enquanto as inscrições serão abertas em 22 de julho para assinantes do Nintendo Switch Online.Anunciado durante o Nintendo Direct de junho deste ano, The Duskbloods é um jogo de ação multiplayer que permitirá batalhas envolvendo até oito participantes. Segundo a Nintendo, os jogadores assumirão o papel dos Bloodsworn, utilizando poderes baseados em sangue que alteram habilidades e estilos de combate ao longo das partidas.Black Flag Resynced terá New Game+, confirma UbisoftA Ubisoft confirmou que Assassin's Creed Black Flag Resynced receberá o modo Novo Jogo+ em uma atualização futura. Segundo Richard Knight, diretor do remake lançado em 9 de julho, o recurso está entre as principais prioridades da equipe de desenvolvimento, embora ainda não tenha uma data de lançamento definida.Em entrevista ao canal JorRaptor, Knight afirmou que o modo já está em desenvolvimento e que parte do trabalho realizado em Assassin's Creed Shadows ajudou a tornar sua implementação um processo de "baixo risco". "Estamos trabalhando nisso agora mesmo, com certeza. É uma das nossas prioridades", explicou o diretor, ressaltando que ainda não pode prometer quando a novidade ficará disponível para os jogadores.Demissões no Xbox vão prejudicar as atualizações de The Elder Scrolls OnlineAs recentes demissões promovidas pela Microsoft na divisão Xbox também devem impactar o desenvolvimento de The Elder Scrolls Online. Segundo Morgan Goin, designer sênior de encontros do MMORPG da ZeniMax Online Studios que foi desligada da empresa, o ritmo de produção de novos conteúdos será afetado pelos cortes realizados.Em entrevista à BBC, Goin afirmou que a equipe não conseguirá manter o mesmo nível de atualizações planejado anteriormente. "Não vamos conseguir produzir a mesma quantidade de conteúdo na mesma velocidade que antes... nem nada parecido", declarou a desenvolvedora.Ela também comentou que, apesar de possuir uma carreira consolidada na indústria, espera que novos profissionais tenham oportunidades sustentáveis no setor. "Gostaria que as pessoas tivessem carreiras duradouras e sustentáveis, e quero ter a oportunidade de apreciar a arte criada por essas pessoas", concluiu.Mario Tennis Fever ganha atualização inspirada em Super Mario GalaxyA Nintendo disponibilizou a atualização 1.1.0 de Mario Tennis Fever para Switch 2, adicionando conteúdos inspirados em Super Mario Galaxy. Entre as novidades estão uma nova quadra temática, uma raquete inédita, personagens jogáveis adicionais e a opção de compartilhar partidas online pelo GameChat com amigos que não possuem o jogo.A principal novidade é a Quadra Galáctica, ambientada em um pequeno planetoide no espaço e com características próprias de jogabilidade. A atualização também adiciona a Raquete Buraco Negro, cujo Golpe Fever cria um buraco negro capaz de atrair os adversários e consumir sua barra de HP ao longo da partida.Demanda pela mídia física de Mortal Shell 2 está superando a ofertaA edição física Revered Edition de Mortal Shell 2 para PS5 registrou uma procura acima do esperado e já está esgotada em diversas varejistas ao redor do mundo. A Playstack informou que talvez não consiga atender toda a demanda antes do lançamento do jogo, marcado para 20 de agosto, devido ao tempo necessário para a fabricação de novas unidades.Em comunicado oficial, o estúdio pediu desculpas aos jogadores afetados e explicou que "a probabilidade de cópias físicas adicionais ficarem disponíveis antes do lançamento do jogo é muito baixa".A desenvolvedora afirmou ainda que está avaliando a demanda junto à distribuidora parceira, mas ressaltou que "não há garantia de um plano de reposição de estoque após o lançamento", já que a decisão não depende exclusivamente da Playstack.E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
- História da Razer: como a marca virou uma gigante gamerpor Nilton Cesar Monastier Kleina on 16 de Julho, 2026 at 23:15
O setor de acessórios e periféricos gamers hoje é bem estabelecido, com produtos de ponta fabricados por várias marcas consolidadas e várias opções que agradem dos jogadores competitivos até os casuais. Porém, a situação era bem diferente antes da chegada da Razer, empresa pioneira desse mercado.A fabricante conseguiu se destacar em um segmento até então povoado por modelos genéricos ou sem especializações e virou sinônimo de precisão, ergonomia e eletrônicos com uma iluminação bastante característica.A história dela é repleta de curiosidades, desde o início turbulento até a chegada dos primeiros produtos de sucesso — e culminando em várias mudanças nos últimos anos para acompanhar tendências da indústria. O TecMundo conta a seguir essa trajetória e relembra momentos icônicos dessa marca.Como surgiu a Razer?A história da companhia começa em 1998, quando a Razer é criada como uma submarca de uma empresa de produtos pra computador chamada kärna. A subsidiária nasce em San Diego, na Califórnia, com o foco específico no setor gamer.Porém, a história sofre uma reviravolta no início dos anos 2000: com problemas financeiros graves e o estouro da bolha da internet prejudicando o desempenho de várias empresas de tecnologia no mercado, a kärna declara falência deixa de operar.A Razer tem um renascimento em 2005, quando os dois responsáveis pela então submarca compram os direitos da companhia e refundam ela como uma empresa independente, agora operando totalmente voltada para a indústria de jogos.Quem fundou a empresaA criação da Razer em 2005 é fruto da união de fundos de investimento com duas pessoas que se tornaram os rostos por trás da companhia: Min-Liang Tan e Robert Krakoff. Conhecido como RazerGuy, Robert era gerente da kärna quando a companhia iniciou as apostas no setor gamer. Ele chegou a ser ex-presidente da Razer e faleceu em 2022, aos 81 anos.Tan e Robert, os cofundadores da Razer. (Imagem: Reprodução/LinkedIn)Já Tan nasceu em Singapura, sempre foi um grande fã de jogos e ocupa ainda hoje o cargo de CEO da Razer. Ele começou a carreira como advogado e consultor, mas a paixão pela indústria de tecnologia e o desejo de construir acessórios de alta performance o levou ao desafio de comandar uma companhia.Como a Razer conquistou o mercado gamer?Logo depois do lançamento do primeiro mouse, que foi ao mesmo tempo elogiado pela ousadia e criticado por alguns problemas técnicos, a companhia percebeu que havia mesmo uma lacuna no mercado que poderia ser explorada.Com o tempo, ela apresentou outras gerações de periféricos gamers, inclusive indo além do mouse, e ajudou a estabeleceu características como design, precisão e ergonomia como marcas desse mercado. Ela também se envolveu cedo com a crescente indústria dos eSports, virando patrocinadora de equipes e fornecedora frequente de equipamentos para competidores profissionais.A presença cedo em mercados como o brasileiro também ajudou a construir a reputação dela internacionalmente, virando uma das primeiras referências em acessórios específicos para jogos.Qual foi o primeiro produto da Razer?Ainda como uma subsidiária, a empresa lançou em 1999 o seu primeiro produto: o Razer Boomslang, que é considerado o primeiro mouse gamer do mundo.Ele tem esse título porque a categoria específica desse periférico ainda não existia. Foi o Boomslang que estabeleceu um alto dpi (ponto por polegada, na tradução direta para o português), uma medida de sensibilidade e precisão que se tornaria uma das mais importantes especificações técnicas desse tipo de produto.O clássico mouse Boomslang. (Imagem: Razer/Divulgação)Esse produto ainda tinha características de um mouse da época, como a famosa "bolinha" no lugar do feixe a laser na parte inferior, mas o desempenho e o design caracterizavam ele como próprio para o público que jogava no PC.O sucesso dos primeiros periféricosLogo nos primeiros anos de existência, a Razer se notabilizou pelo lançamento de produtos de sucesso, com alguns até saindo do nicho gamer e conquistando vendas ainda mais expressivas. Alguns desses eletrônicos incluem:o mouse Diamondback, com sete botões e na época impressionantes 1.600 de dpi, que estreou durante a competição de eSports World Cyber Games em 2004 e tinha design ambidestro;o Copperhead, de 2005, com uma luminosidade azul diferente e um salto para 2.000 dpi, com um sistema de rastreamento via laser;o DeathAdder, um dos maiores sucessos comerciais da empresa, com mais de 15 milhões de unidades vendidas em todo o mundo e várias atualizações lançadas ao longo dos anos, além de elogios pelo design ergonômico aliado com o alto desempenho;o headset gamer Barracuda HP-1, que tem um sistema de 5.1 canais surround para imersão;o primeiro teclado mecânico gamer do mundo, o BlackWidow, com melhor resposta tátil, com teclas totalmente customizáveis.Quais os produtos mais importantes da Razer?Ao longo dos mais de vinte anos de atuação no mercado, a Razer conquistou o mercado gamer com alguns produtos de sucesso, seja em vendas ou por se transformarem em ícones em suas categorias.Além do próprio Boomslang, que iniciou a categoria do mouse gamer, é importante citar os modelos Diamondback e DeathAdder: eles são marcantes por representarem o início arrasador da companhia nessa nova fase independente.Uma das versões posteriores do notebook gamer Blade. (Imagem: Divulgação/Razer)Outro dispositivo relevante é o notebook gamer Razer Blade, de 2011. A primeira geração trazia uma tela grande de 17 polegadas e um preço salgado, mas epecificações de ponta — além de provar que esses computadores gamers poderiam ser também finos sem deixar de lado a potência.Para além dos eletrônicos, o sistema de iluminação Chroma RGB virou praticamente sinônimo visual da marca, presente em mouses, teclados, headsets e até cadeiras, com 16,8 milhões de cores e vários efeitos luminosos.A situação atual da marcaDepois de estabelecer o próprio nome no setor de periféricos gamers, a Razer tentou virar um ecossistema mais vasto no mercado de tecnologia. Nem todas as tentativas deram certo, mas indicam essa vontade da companhia em expandir cada vez mais os serviços.As apostas bem sucedidas incluem lojas físicas e uma moeda virtual para compra de jogos (Razer Gold) que, apesar de não ser tão popular, traz uma receita sólida para a companhia. Já o lançamento de smartphones com o Razer Phone durou apenas duas gerações: apesar de boas especificações técnicas, ele não foi bem recebido comercialmente.A Razer também tem algumas curiosidades na atuação corporativa dos últimos anos. Ela é dona desde 2016 da THX, a lendária empresa de áudio fundada dentro da Lucasfilm, e em 2022 saiu do mercado de ações para voltar a ser uma empresa privada. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por TecMundo (@tecmundo) Atualmente, a marca está em fase de expansão para dispositivos vestíveis e inteligência artificial (IA). Vários dos projetos nessa área ainda são conceituais ou buscam uma aplicação mais comercial, como a AVA, uma assistente que mistura IA e holograma 3D.Além disso, ela segue lançando aparelhos no setor gamer, com novas linhas de mouses, teclados, headsets e controles, com o wireless sendo cada vez mais o padrão. Em 2023, ela até firmou uma parceria com a Multi (antiga Multilaser) para atuar como distribuidora no Brasil, voltando ao mercado nacional depois de alguns meses de menor presença no país.O que achamos do Razer Kraken V4, o headset topo de linha da companhia que chegou ao Brasil? Confira o review completo do TecMundo!
- AMD lança Ryzen 7 7700X3D com performance forte para gamespor Felipe Vitor Vidal Neri on 16 de Julho, 2026 at 23:00
Após o anúncio no fim de maio, a AMD finalmente trouxe o novo Ryzen 7 7700X3D para o mercado internacional. O modelo faz parte de uma estratégia de retornos da companhia, visto que este chip é um modelo inspirado em uma versão mais antiga da companhia, o Ryzen 7 7700X tradicional.Com isso em mente, podemos tratar o Ryzen 7 7700X3D como uma variante que possui mais estruturas de cache que a versão clássica de 2022. O conjunto da obra inclui 8 núcleos e 16 threads a 4.5 GHz, mas na arquitetura Zen 4 — mais recente que a Zen 3 do 5800X3D, também relançado.Esse processador traz 104 MB de cache compartilhado e é uma clara tentativa da AMD expandir sua atuação para mais públicos. Para termos de comparação, o modelo original lançado há quase quatro anos tinha apenas 32 MB de cache, o que já é um número comum para boa parte dos processadores.Essa quantidade absurda de 104 MB de cache ocorre por meio do 3D V-Cache. A tecnologia proprietária da AMD faz um empilhamento vertical dessa memória cache, conseguindo aplicar mais que o dobro de componentes em espaços pequenos e apertados, como um chip.Ryzen 7 7700X3D é compatível somente com o soquete AM5. (Imagem: AMD/Reprodução).A grande vantagem do 3D V-Cache é que ele possibilita o processador alavancar mais frames por segundo em games. No uso diário, a diferença é basicamente imperceptível. Na produção de conteúdo há algum tipo de melhoria, mas o foco é totalmente direcionado aos games.Boa performance em gamesCom o lançamento de hoje, o componente já teve algumas análises divulgadas, como o do site TechPowerUp. Nos testes feitos em 1080p nos games, o processador fica muito perto dos seus irmãos maiores, como o Ryzen 7 7800X3D e até o Ryzen 7 9800X3D mais recente.As médias ficam no máximo 10% distantes, para cima ou para baixo, e isso coloca o Ryzen 7 7700X3D como um dos processadores mais rápidos para games atualmente. O desempenho é quase 8% maior que o apresentado pelo Ryzen 5 5800X3D, que foi relançado pela AMD recentemente.A AMD venderá esse processador pelo preço sugerido de US$ 329 (cerca de R$ 1.700 em conversão direta). Não há informações sobre o preço desse carinha no Brasil, mas para fazer sentido no mercado nacional, ele precisaria custar abaixo dos R$ 1.700, visto que esse tem sido o preço médio do Ryzen 7 7800X3D.Desempenho em Full HD o coloca no TOP 5 de melhores escolhas. (Imagem: TechPowerUp/Reprodução).O Ryzen 5 5800X3D Anniversary Edition, por exemplo, já está disponível para compra no Brasil e custa absurdos R$ 2.499. Por esse preço, faz mais sentido adquirir o Ryzen 7 9800X3D, embora haja uma clara diferença no preço das montagens, visto que esse Ryzen 5 usa memórias DDR4.Compre o Processador Amd Ryzen 7 5800X3D por R$ 2.499,00Compre o Processador AMD Ryzen 7 9800X3D por R$ 2.499,99Por falar em lançamentos, a Nvidia está relançando a icônica GeForce RTX 3060 após cinco anos desde seu anúncio original para driblar a crise de chips. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
- Vírus inédito usa IA para atacar agências governamentais no Brasilpor Felipe Vitor Vidal Neri on 16 de Julho, 2026 at 22:45
Pesquisadores da Kaspersky compartilharam a descoberta de um novo tipo de malware operado por um grupo hacker em ascensão, o Armored Likho. Esse novo tipo de golpe mira agências governamentais e empresas do setor de energia elétrica em diversos países. O Brasil é um dos focos desses cibercriminosos, que também miram a Rússia e Cazaquistão.O Armored Likho é um grupo relativamente novo, mas conhecido por outros nomes por conta de ataques anteriores. Diferente de outros golpes, essas tentativas de roubo de dados chamaram a atenção dos pesquisadores. Os ataques são metódicos e não usam softwares prontos, mas sim um malware modular e complexo: o BusySnake.Esse tipo de situação segue uma metodologia similar ao de outros golpes recentes. Os criminosos usam técnicas de phishing para se aproximar da vítima. Eles chegam por um email que imita comunicados oficiais do governo, ofertas de testes psicológicos e até pedidos de ajuda humanitária – um clássico dos golpes mais antigos.Repositório onde estão localizados os arquivos maliciosos do BusySnake (Imagem: Securelist/reprodução)No anexo do email, há um item compactado. Caso o usuário resolva realizar o download e extrair, encontrará um arquivo, que pode ser um link ou um aplicativo falso. Em todo caso, clicar nesse executável gera uma reação em cadeia que de pouco em pouco insere o BusySnake na máquina da vítima.O BusySnake é um aplicativo malicioso muito bem construído. Esse malware tem capacidades absurdas, como roubar senhas e cookies de navegadores, emails e redes sociais. Ele também pode fazer a clonagem de arquivos do Telegram, sequestrar arquivos do sistema e até mesmo controlar o PC remotamente.A picada da cobraO BusySnake é um malware inédito, então o modo de operação desse vírus pode variar. O que realmente não deve mudar é como ele é entregue. Aquele esquema de phishing via email e arquivo compactado é o preferido do grupo Armored Likho, também conhecido como Eagle Werewolf.Esse golpe tem algumas variações. O arquivo compactado pode conter um arquivo executável (.exe), que ao ser acionado, secretamente injeta um código malicioso nos processos do computador. No entanto, a pasta compactada também pode conter um arquivo de atalho (LNK), que usa os sistemas do PC para baixar o vírus de forma oculta.Nos dois casos, o PC baixa o BusySnake através de um repositório do Github. Uma vez instalado, o malware será iniciado toda vez que o PC for ligado. O malware fica na pasta “appdata/WindowsHelper” e cria um processo que faz com que ele seja reiniciado a cada cinco minutos. Dessa forma, o vírus mantém um caráter de extrema persistência.Arquivos baixados por meio do arquivo de atalho LNK que entrega o malware (Imagem: Securelist/reprodução)Um truque usado pelo Armored Likho é a inteligência artificial. O grupo usa a IA para gerar códigos e reescrevê-lo de diferentes maneiras. Como o código sempre muda, isso faz com que o malware fique ainda mais disfarçado para não ser detectado por mecanismos de segurança ou por pesquisadores.Bote furtivoPara além desse método do BusySnake, os pesquisadores descobriram um segundo modo de operação. Um deles é a execução direta na memória do sistema. O vírus executa seus códigos maliciosos na RAM e não em um componente de armazenamento padrão. Como os antivírus convencionais não procuram na RAM, o malware fica invisível.A outra forma de evasão desse malware é usar comandos obscuros do sistema Windows, como o “Schedule.Service”. Em vias simples, isso faz com que o vírus passe ainda mais despercebido na máquina.Como se proteger?É de extrema importância nunca baixar arquivos anexados em emails de destinatários que você não conhece. Boa parte dos arquivos enviados são malwares ou atalhos para vírus, que eventualmente vão ser inseridos no seu computador secretamente.Outro ponto de atenção é usar senhas fortes e sempre deixar a autenticação multifatorial ligada. Embora malwares como o do BusySnake consigam roubar essas credenciais com alguma facilidade, é sempre bom tentar dificultar a vida dos cibercriminosos ao adicionar uma camada extra de proteção.Por falar em malwares, um novo golpe usa a verificação de CAPTCHAS para distribuir vírus que seguem o método do ClickFix, capaz de roubar senhas e desativar antivírus. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
Olhar Digital O futuro passa primeiro aqui
- Os deepfakes ficaram muito melhores; cientistas respondem com nova IApor Rodrigo Mozelli on 17 de Julho, 2026 at 01:53
A abordagem deixa de procurar imperfeições visuais e passa a analisar se expressões faciais correspondem naturalmente à fala da pessoa O post Os deepfakes ficaram muito melhores; cientistas respondem com nova IA apareceu primeiro em Olhar Digital.
- Brasil celebra primeiro Dia Nacional da Proteção de Dados nesta sexta-feira (17)por Rodrigo Mozelli on 17 de Julho, 2026 at 01:27
Para marcar a ocasião, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) anunciou a realização de dois eventos na próxima semana, em Brasília O post Brasil celebra primeiro Dia Nacional da Proteção de Dados nesta sexta-feira (17) apareceu primeiro em Olhar Digital.
- Confira o Olhar Digital News na íntegra (16/07/2026)por Beatriz Campos on 17 de Julho, 2026 at 01:08
O 13º voo da Starship está marcado para esta quinta-feira. Relembre os 12 primeiros voos e acompanhe o lançamento de hoje no Olhar Digital News! O post Confira o Olhar Digital News na íntegra (16/07/2026) apareceu primeiro em Olhar Digital.
- Tombo da IBM: confira bastidores do pior dia da história da empresapor Rodrigo Mozelli on 17 de Julho, 2026 at 01:05
Ações da companhia despencaram 25%, refletindo preocupação dos investidores com impactos da rápida transformação provocada pela IA sobre os negócios da empresa centenária O post Tombo da IBM: confira bastidores do pior dia da história da empresa apareceu primeiro em Olhar Digital.
- Seu Direito Digital: IA pode decidir quem será demitido?por Leandro Alvarenga on 17 de Julho, 2026 at 00:54
Acusações contra a meta reacendem o debate sobre os limites jurídicos e morais da inteligência artificial em empresas O post Seu Direito Digital: IA pode decidir quem será demitido? apareceu primeiro em Olhar Digital.
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- iRobot Promo Code: 15% Offpor Nena Farrell on 17 de Julho, 2026 at 05:00
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InfoMoney Notícias, ações e muito mais sobre investimentos. Informação que vale dinheiro.
- Copa sacode a mídia esportiva dos EUA e leva o “soccer” ao centro da coberturapor iurisantos on 17 de Julho, 2026 at 08:00
Veículos americanos batem recorde de audiência com a Copa, e torneio reforça aposta no futebol The post Copa sacode a mídia esportiva dos EUA e leva o “soccer” ao centro da cobertura appeared first on InfoMoney.
- Recompra de ações acelera na Bolsa e atinge R$ 11 bi; veja 5 ações para ficar de olhopor Paulo Barros on 17 de Julho, 2026 at 08:00
Volume recomprado subiu de R$ 2,5 bilhões em maio para R$ 3,2 bilhões em junho, e ritmo de 2026 já ultrapassa o do ano passado The post Recompra de ações acelera na Bolsa e atinge R$ 11 bi; veja 5 ações para ficar de olho appeared first on InfoMoney.
- Congresso entra em recesso: veja o que fica pendente para o próximo semestrepor Caio César on 17 de Julho, 2026 at 08:00
Com um segundo semestre encurtado pelo período de campanhas eleitorais, pautas pendentes poderão ser votadas ou retomadas a partir de novembro, após o segundo turno das eleições The post Congresso entra em recesso: veja o que fica pendente para o próximo semestre appeared first on InfoMoney.
- Demanda dos EUA pode compensar taxa sobre equipamentos de energia do Brasilpor Reuters on 17 de Julho, 2026 at 07:55
Transformadores elétricos e outros equipamentos essenciais para projetos de geração, transmissão e distribuição de energia estão na lista dos produtos que passam a ser taxados pelos EUA em 25% a partir de 22 julho The post Demanda dos EUA pode compensar taxa sobre equipamentos de energia do Brasil appeared first on InfoMoney.
- Camisa usada por Pelé na final da Copa de 58 é vendida por R$ 25 milhões em leilãopor Sara Baptista on 17 de Julho, 2026 at 02:08
A camisa número 10 vestida por Pelé no jogo contra a Suécia tornou-se o item de memorabilia mais valioso já vendido em leilão relacionado ao Rei e a segunda camisa de futebol mais cara da história The post Camisa usada por Pelé na final da Copa de 58 é vendida por R$ 25 milhões em leilão appeared first on InfoMoney.
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- Ementa para um curso imperdívelon 17 de Julho, 2026 at 08:04
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- Veterana da CASACOR, arquiteta cria ambiente que dá vontade ‘de se jogar e ficar’on 17 de Julho, 2026 at 08:04
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- ‘O Brasil é fraco de ‘soft power’, ainda não entendemos seu real poder’, diz a presidente do Theatro Municipal do Rioon 17 de Julho, 2026 at 08:04
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- Tatiana Salem Levy: O papel fundamental das amizadeson 17 de Julho, 2026 at 08:04
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- O peso invisível das garantias tributárias sobre a economiaon 17 de Julho, 2026 at 08:04
Para discutir judicialmente um tributo indevido ou preservar a regularidade fiscal enquanto o litígio não é encerrado, o contribuinte deve garantir integralmente o crédito tributário em discussão. Dessa realidade emergia uma percepção inevitável: o dinheiro destinado à contratação e renovação anual de seguros e fianças bancárias, seria mais bem empregado na própria atividade empresarial. Paradoxalmente, o modelo atual de garantias dá sinais de insustentabilidade, tanto pelo prisma dos contribuintes, que o financiam, quanto do Fisco, em razão da sua ineficiência arrecadatória. Foi dessa hipótese que nasceu a pesquisa “Garantias ao Crédito Tributário”, coordenada pelos signatários e composta por Carla Mendes Novo, Maria Raphaela Matthiesen, Priscila Ribeiro, Vanessa Rahal Canado e Willian Pereira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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- Conheça Ana Paula Tavares, autora que venceu o Camões ao dissecar o corpo femininopor Matheus Rocha on 17 de Julho, 2026 at 07:00
Ana Paula Tavares é uma anatomista do corpo feminino. Por meio da poesia, ela se debruça sobre veias, lábios e ventres para dissecar a feminilidade em suas diferentes facetas. Em um exame minucioso, a angolana retrata a mulher não como objeto de estudo, mas como um ser desejante e emancipado. Leia mais (07/17/2026 - 04h00)
- Capitã da PM Sheila Barbosa é a vencedora da Casa do Patrão e leva R$ 1,1 milhãoon 17 de Julho, 2026 at 03:52
A capitã da Polícia Militar, Sheila dos Santos Barbosa, 51, foi a vencedora da Casa do Patrão, com 64,79% dos votos, na final que aconteceu nesta quinta-feira (16). A participante ganhou um prêmio de cerca de R$ 1,1 milhão. Leia mais (07/17/2026 - 00h52)
- Terceira temporada de 'A Casa do Dragão' testa a atenção do públicoon 17 de Julho, 2026 at 02:02
"A Casa do Dragão" voltou ao ar no fim de junho com uma terceira temporada que promete -nos quatro episódios iniciais- mais emoção do que a anterior. O problema é que a anterior terminou há dois anos, a lista de personagens é imensa, os laços familiares no roteiro são intrincados e o espectador que não se graduou na obra de George R. R. Martin é deixado à deriva para se lembrar da trama. Leia mais (07/16/2026 - 23h02)
- Bairro da Liberdade vira epicentro de guloseimas coloridas criadas para viralizar nas redespor João Pedro Adania on 17 de Julho, 2026 at 02:00
Sobremesa em formato de capivara, raspadinha decorada com um simpático minipato, hot-dog doce todo tingido em tons de cor-de-rosa. Essas guloseimas têm duas coisas em comum: fazem sucesso nas redes sociais e podem ser encontradas na Liberdade, região central. Leia mais (07/16/2026 - 23h00)
- Na onda de 'Moana', veja 6 live-actions no streamingpor Alessandra Monterastelli on 17 de Julho, 2026 at 02:00
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