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- UE vai propor acesso restrito às redes sociais para menores de 13 anospor Nilton Cesar Monastier Kleina on 13 de Julho, 2026 at 12:30
A União Europeia (UE) deve oficializar nos próximos meses uma nova legislação de proteção digital para crianças e adolescentes na internet. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, confirmou a iniciativa nesta segunda-feira (13).O bloco de países encomendou estudos e ouviu especialistas nos últimos meses para avaliar as melhores alternativas de privacidade, acesso à telas e uso de redes sociais nas mais diferentes faixas etárias. A conclusão é de que as empresas donas desses serviços devem ser mais responsabilizadas até tornarem esses ambientes seguros para usuários.Depois de uma nova análise da Comissão, as propostas legislativas oficiais serão apresentadas por volta de setembro. "Na Europa, qualquer um que desenvolve um produto é responsável pela segurança dele. Montadoras de carros precisam tornar os seus veículos seguros. Não esperamos que crianças criem o próprio cinto de segurança ou que pais instalem os airbags em casa. E o mesmo deve ser aplicado às big tech", disse von der Leyen.As possíveis medidas para menores de idade nas redesAté o momento, a UE não oficializou quais serão as propostas de restrição de uso de redes sociais por menores de idade na região e nem as medidas obrigatórias que as donas das plataformas terão que adotar. Porém, a fala da presidente indicou alguns caminhos que devem ser seguidos.a UE ainda vai definir exatamente qual é a categoria de plataformas digitais danosas à infância e, em seguida, "considerar um acesso gradual e em etapas para diferentes faixas etárias";menores de 13 anos de idade possivelmente só poderão usar redes sociais "sob supervisão de adultos" e por períodos limitados de tempo, com as restrições sendo flexibilizadas aos poucos;o grupo ainda deve recomendar que menores de 3 anos não tenham qualquer acesso às telas;tecnologias de verificação de idade devem ser adotadas ou ampliadas, com base no que já é cobrado nas leis do Digital Services Act (DSA) — medida parecida com as estabelecidas no Brasil pelo ECA Digital. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por TecMundo (@tecmundo) Recentemente e em uma investigação separada, a UE também pediu mudanças nos aplicativos Instagram e Facebook para reduzir vício nos aplicativos, em especial para menores de idade. Em outras partes do mundo, regiões como Austrália e Reino Unido já oficializaram medidas de proibição de uso de redes sociais e outros serviços digitais para menores de 16 anos. O Brasil também deveria proibir redes sociais para menores? Confira aqui argumentos contra e a favor dessa medida.
- Remake de Assassin's Creed Black Flag traz mudança fofa e que torna o jogo ainda mais realistapor Valdecir Emboava on 13 de Julho, 2026 at 12:15
Assassin's Creed Black Flag Resynced será lançado na próxima quinta (09) para PS5, Xbox Series X|S e PC trazendo uma série de novidades para os jogadores. Além dos gráficos renovados e do gameplay modernizado, o remake permitirá que Edward Kenway tenha animais de estimação a bordo da Jackdaw.Entre as novidades estão gatos e um macaco que poderão acompanhar o capitão durante a aventura pelos mares do Caribe. Os mascotes podem ser personalizados e apresentam comportamentos próprios, como o macaco se balançando nas cordas durante invasões a embarcações.A novidade também aproxima o jogo da realidade histórica. Durante a Era de Ouro da Pirataria, era comum que navios levassem diferentes animais a bordo — tanto por motivos práticos quanto comerciais, incluindo gatos, macacos, cães, papagaios e outras espécies. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Voxel (@voxeloficial) Piratas da Era de Ouro da Pirataria tinham seus próprios animais de estimaçãoApesar da rotina dura em alto-mar, muitos piratas conviviam com animais durante suas viagens. A escolha do companheiro variava conforme a função que ele poderia desempenhar, já que nem todos eram mantidos apenas como mascotes.Os gatos eram os mais úteis nas embarcações. Além de ajudarem a controlar infestações de ratos, responsáveis por destruir alimentos, cordas e espalhar doenças, também eram cercados por diversas superstições entre marinheiros, sendo vistos como símbolos de proteção e boa sorte.Já os macacos costumavam ser encontrados em regiões tropicais visitadas pelos piratas. Inteligentes e curiosos, podiam ser mantidos como animais exóticos a bordo ou negociados em mercados durante as viagens. Na cultura popular, acabaram se tornando uma figura marcante do imaginário pirata.Os papagaios também possuem base histórica, embora tenham sido romantizados pela literatura e pelo cinema. Além do valor comercial, alguns piratas os mantinham como companheiros graças às cores chamativas e à capacidade de imitar a fala humana.Quais eram os principais animais da era da pirataria?Entre os diversos animais presentes nos navios da época, macacos, gatos, ratos e aves ocupavam papéis importantes no cotidiano das tripulações — seja por utilidade, superstição ou valor comercial.MacacosMacacos eram encontrados com relativa frequência em expedições ao Caribe, América do Sul e África. Muitos piratas os levavam a bordo como animais exóticos, enquanto outros os comercializavam ao retornar aos portos europeus, onde eram bastante valorizados.Além do valor financeiro, esses animais também serviam como entretenimento para a tripulação. Inteligentes e bastante ativos, tornavam as longas viagens menos monótonas e acabaram se tornando parte do imaginário popular sobre a pirataria.Oportunidade: compre o jogo Assassin's Creed Black Flag Resynced para Playstation 5GatosOs gatos eram considerados membros importantes da tripulação. Sua principal função era eliminar ratos que atacavam os estoques de comida, danificavam cordas e colocavam em risco a estrutura das embarcações durante as viagens.Além da utilidade prática, eles eram cercados por crenças marítimas. Muitos marinheiros acreditavam que gatos, especialmente os pretos, protegiam os navios contra tempestades e eram capazes de perceber perigos antes dos próprios humanos.RatosOs ratos representavam um dos maiores problemas dos navios da época. Além de consumir alimentos e espalhar doenças, também podiam destruir equipamentos importantes, tornando sua presença uma preocupação constante para qualquer tripulação.Entre os marinheiros existia ainda a crença de que, quando os ratos abandonavam uma embarcação, algum desastre estava prestes a acontecer. A fuga desses animais era frequentemente interpretada como um sinal de tempestades, vazamentos ou outros perigos no mar.PássarosDiversas aves eram observadas pelos navegadores como uma espécie de guia natural. O comportamento de andorinhas, petréis e outras espécies ajudava a indicar a proximidade de terra firme ou mudanças nas condições climáticas.Já os papagaios ganharam fama entre os piratas tanto pelo valor comercial quanto pelo aspecto exótico. Suas cores vibrantes e a capacidade de reproduzir sons humanos fizeram deles um dos maiores símbolos da pirataria na cultura popular.Gostou da possibilidade de navegar pelos mares de Black Flag Resynced acompanhado de um pet? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel se você pretende recrutar um desses companheiros durante a aventura!
- Sam Neill, o Dr. Grant de Jurassic Park, morre aos 78 anospor Felipe Gugelmin Valente on 13 de Julho, 2026 at 11:50
Conhecido pelo grande público por seu papel como o Dr. Allan Grant de Jurassic Park e Jurassic World, o ator Sam Neill faleceu nesta segunda-feira (13) na cidade de Sydney, na Austrália. A informação foi confirmada no perfil oficial do artista de 78 anos no Instagram, em uma mensagem na qual seus familiares explicam que estavam com ele no momento de sua passagem inesperada.“A perda foi súbita e inesperada, mas abençoada pelo fato de que Sam permaneceu livre de câncer. A família gostaria de expressar sua mais profunda gratidão ao St. Vincent’s Private Hospital por seu cuidado incrível”, afirmou a mensagem, que pede por privacidade em um momento difícil.Sam Neill deixa carreira repleta de personagens marcantes View this post on Instagram A post shared by SamNeillTheProp (@samneilltheprop) Nascido no dia 14 de setembro de 1947 na Nova Zelândia, Sam Neill teve uma carreira marcada por quase cinco décadas de papéis marcantes. Seus primeiros créditos datam de 1977, quando participou de Sleeping Dogs, uma produção neozelandesa considerada bastante influente.,Seu primeiro papel como protagonista veio em 1979, quando participou de As Quatro Irmãs;Neill também deixou sua marca em longas como O Piano (1993) e a O Enigma do Horizonte (1997), quando já era uma figura conhecida em nível mundial;O papel mais conhecido do ator foi o Dr. Alan Grant, de Jurassic Park (1993), como um paleontólogo que dedicou sua vida a estudar os velociraptors;Além de aparecer nos três primeiros filmes da série, Neill retornou ao papel em Jurassic World – Domínio (2022), junto a seus antigos parceiros Laura Dern e Jeff Goldblum;Na época, ele revelou que tinha o linfoma de células T angioimunoblástico, uma forma de câncer sanguíneo que exigiria sessões de quimioterapia pelo restante da vida. Em abril deste ano, ele divulgou que estava livre da doença.Neill é considerado um dos atores mais importantes da história da Nova Zelândia e Austrália, tendo participado de várias produções de sucessos de ambos os países. “Os produtores australianos foram privilegiados de trabalhar junto com Sam em tantas produções importantes. Suas contribuições para narrativas australianas e para nossa cultura de tela são imensuráveis, e seu legado vai continuar a inspirar audiências e futuras gerações da indústria”, afirmou Matthew Deaner, CEO da Screen Producers Australia, à Variety.Sam Neill teve carreira marcada por grandes sucessosApesar de a carreira de Neill ter ficado marcada por Jurassic Park, o ator nunca deixou se limitar pela série de sucesso. Seu portfólio de sucessos inclui nomes como “A Caçada ao Outubro Vermelho” (1990), “Até o Fim do Mundo” (1991) e a comédia “Memórias de Um Homem Invisível” (1992).Em 2017, ele estreou no Universo Cinematográfico Marvel em Thor: Ragnarok, como um ator que interpretava Odin — papel que repetiu em Thor: Amor e Trovão, de 2022. Entre seus papéis mais recentes esteve o do patrulheiro Paul Souter, da minissérie Indomável da Netflix.Entre os trabalhos póstumos do artista está Godzilla x Kong: Supernova, que só deve fazer sua estreia em 2027. Sem formação técnica na área, Nell afirmou diversas vezes que muitas vezes questionou seu talento para a atuação, especialmente em momentos nos quais ficava sem trabalhos. Ele deixa seu filho Tim, fruto do casamento com Lisa Harrow, e Elena, de sua antiga união com Noriko Watanabe.Comente nas redes sociais do Minha Série! Estamos no Threads, Instagram, TikTok e até mesmo no WhatsApp. Venha acompanhar filmes e séries com a gente!
- 8 séries de mistério para quem ja viu (ou não quer ver) Lostpor Jean Carlos Foss on 13 de Julho, 2026 at 11:15
Tem gente que assistiu Lost do início ao fim e saiu com mais dúvidas do que respostas. Tem gente que desistiu no meio. E tem gente que nem chegou perto, mas ama uma boa série de mistério. Seja qual for o seu caso, uma coisa é certa: o gênero nunca foi tão rico, e existem opções incríveis para explorar nesse universo.Criada por Jeffrey Lieber, J.J. Abrams e Damon Lindelof, Lost estreou em 2004 e dominou o imaginário popular por quase uma década, com seus sobreviventes de queda de avião presos em uma ilha repleta de segredos sobrenaturais. Mas, com seis temporadas no currículo, a série também acumulou críticas, pontas soltas e furos de roteiro que ficam mais evidentes com o tempo. A boa notícia? Várias séries beberam na mesma fonte e, segundo muitos fãs, saíram na frente. Confira a lista com as melhores séries de mistério parecidas com Lost!Melhores séries de mistério para assistir depois de Lost8 - True DetectiveExibida pela HBO, True Detective é uma série antológica que muda completamente de elenco e caso a cada temporada, o que a mantém sempre fresca. A primeira delas, com Woody Harrelson e Matthew McConaughey, mostrou que cruzar diferentes linhas temporais na narrativa pode funcionar muito bem quando bem executado. Ao contrário de Lost, que apostava em elementos sobrenaturais para intensificar seu mistério, True Detective prefere o trabalho meticuloso de desvendar pistas que se acumulam ao longo do tempo, privilegiando o choque lógico em vez do espetáculo.7 - WatchmenDesenvolvida por Damon Lindelof, o mesmo criador que assinou Lost, a série Watchmen da HBO traz uma adaptação sombria e inventiva da icônica HQ de Alan Moore e Dave Gibbons. Com Regina King no papel central de Angela Abar, a produção injeta novos mistérios em um universo já estabelecido sem perder o fio da meada, algo que nem sempre Lost conseguiu. Para muitos críticos, Watchmen representa a versão mais madura e equilibrada das lições aprendidas por Lindelof durante os anos em que trabalhou na ilha cheia de segredos.6 - Stranger ThingsFenômeno da Netflix, Stranger Things acompanha um grupo de amigos em Hawkins, Indiana, que começa a investigar o desaparecimento de um colega e acaba mergulhando no mistério do Mundo Invertido, uma dimensão paralela sombria. Assim como Lost, a série aposta naquele formato que incentiva o espectador a teorizar e debater cada detalhe. A diferença é que Stranger Things, ao longo de suas cinco temporadas, demonstrou ter uma compreensão mais clara de para onde a história estava indo, o que a torna uma narrativa mais coesa no geral.5 - Black MirrorCriada por Charlie Brooker e lançada em 2011, Black Mirror é uma antologia que explora o lado sombrio da tecnologia e do comportamento humano, com cada episódio contando uma história completamente diferente. À primeira vista, pode parecer distante do universo de Lost, mas as duas séries compartilham uma atmosfera densa e perturbadora em torno de seus temas centrais. A grande vantagem de Black Mirror é justamente o formato: cada episódio entrega seu mistério com começo, meio e fim bem definidos, sem deixar o espectador esperando respostas que talvez nunca cheguem.4 - DarkA produção alemã Dark, disponível na Netflix, é talvez a comparação mais frequente quando o assunto é Lost em tempos modernos. Com três temporadas rodando de 2017 a 2020, a série começa com o desaparecimento de uma criança em uma pequena cidade e vai se expandindo para uma trama intrincada de viagem no tempo, gerações interligadas e segredos de família que se estendem por décadas. O grande diferencial é que a narrativa foi construída de forma planejada desde o início, o que dá a Dark uma consistência que muitas vezes faltou à série da ABC.3 - FringeQuem é fã do gênero e ainda não conhece Fringe está perdendo uma das melhores séries de ficção científica já produzidas. Criada por J.J. Abrams, o mesmo de Lost, ao lado de Alex Kurtzman e Roberto Orci, a série da Fox acompanha a agente do FBI Olivia Dunham e o excêntrico cientista Walter Bishop enquanto investigam fenômenos inexplicáveis ligados a uma ciência alternativa e perigosa. Com cinco temporadas e uma mitologia bem construída, Fringe aprendeu com os erros do seu antecessor e entregou uma série premiada pela atenção aos detalhes, algo que o espectador mais atento vai perceber e valorizar. Não à toa, ela está entre as séries dos anos 2000 que viraram clássicos.2 - Twin PeaksAntes de Lost existir, havia Twin Peaks. Criada por David Lynch e Mark Frost em 1990, a série começa com a investigação da morte da jovem Laura Palmer em uma cidadezinha peculiar do noroeste americano e vai se desdobrando em uma trama densa, surreal e cheia de personagens inesquecíveis. O agente do FBI Dale Cooper, interpretado por Kyle MacLachlan, é um dos grandes personagens da história da televisão. Com uma mitologia coesa e um roteiro que não perdeu o controle justamente por ter uma corrida mais curta, Twin Peaks segue sendo um dos melhores mistérios já feitos para a TV, tendo influenciado diretamente séries como a própria Lost.1 - The LeftoversFechando a lista com chave de ouro, The Leftovers é mais uma série assinada por Damon Lindelof, dessa vez em parceria com Tom Perrotta, autor do livro que originou a trama. A premissa é angustiante: 2% da população mundial desaparece de repente, sem explicação, e a série acompanha os que ficaram para trás tentando lidar com o trauma, a fé e a busca por respostas. Com três temporadas intensas, a série compartilha o DNA de Lost, mas vai muito mais fundo na humanidade dos personagens, tornando seu mistério ainda mais poderoso e visceral. Se você quer entender como Lost resolveu (ou não) seus mistérios antes de embarcar em The Leftovers, essa comparação vai fazer ainda mais sentido.Para quem ainda tem dúvidas sobre a série original, talvez valha revisitar alguns pontos fundamentais: afinal, eles estavam mortos desde o início? E se você quiser encarar a experiência de um jeito diferente, saiba que Lost já foi assistida em ordem cronológica, e o resultado é, no mínimo, curioso.Curtiu a lista? No Minha Série você encontra mais recomendações, análises e tudo que o universo das séries tem de melhor. Fique de olho nas próximas matérias! Comente nas redes sociais do Minha Série! Estamos no Threads, Instagram, TikTok e até mesmo no WhatsApp. Venha acompanhar filmes e séries com a gente!
- Engenharia genética: o que é e como é usada na biotecnologia?por Jorge Marin on 13 de Julho, 2026 at 11:15
Conjunto de técnicas que permite alterar diretamente o DNA de um organismo, a engenharia genética existe desde 1973, quando os cientistas norte-americanos Herbert Boyer e Stanley Cohen conseguiram isolar um gene e inseri-lo em uma bactéria E. coli, que passou a replicá-lo.O tema ganhou relevância nas últimas décadas com avanços em biologia molecular e ferramentas de edição genética que movimentam bilhões de dólares, produzindo medicamentos, alimentos e impulsionando a inovação em diversos setores.Só no Brasil, temos hoje mais de 260 produtos aprovados pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), incluindo plantas geneticamente modificadas (transgênicos), vacinas, microrganismos industriais e outros organismos.Apesar dos avanços em medicina e agricultura, a manipulação genética ainda divide opiniões. Editar embriões humanos ou liberar insetos modificados no ambiente levanta questões éticas que a ciência sozinha não resolve.Confira a seguir como a engenharia genética funciona na prática, quais técnicas — como o CRISPR — mudaram o campo, suas principais aplicações e os debates que ainda cercam o tema.Diferença entre genética e engenharia genéticaA grande diferença entre genética e engenharia genética é que a primeira estuda e explica como os genes funcionam e são transmitidos naturalmente, enquanto a segunda intervém diretamente no DNA — o “livro de instruções da vida” — para modificar essas características de forma controlada.Em relação ao melhoramento tradicional, a engenharia genética, por sua vez, pula etapas e atua diretamente no DNA, obtendo em uma única geração mudanças que exigiriam longos ciclos de seleção no processo clássico.Como surgiu essa área da biotecnologiaQuando, durante uma conferência sobre plasmídeos no Havaí, em 1972, Boyer e Cohen saíram à noite para tomar umas cervejas em uma delicatéssen, não sabiam que, ao rabiscar um plano experimental em guardanapos de papel, estavam dando o pontapé inicial da biotecnologia moderna. Mas a coisa só funcionou mesmo em 1973, quando a bactéria resultante resistiu simultaneamente a dois antibióticos — tetraciclina e canamicina —, prova de que o gene inserido estava funcional.Como funciona a engenharia genética?A engenharia genética clássica funciona isolando um gene de interesse e inserindo-o em outro organismo, geralmente uma bactéria, para que ela passe a produzir a proteína correspondente.O processo começa com a escolha de um gene, um pedaço de DNA que contém a “instrução” para produzir algo — geralmente uma proteína. Esse fragmento específico é retirado (isolado) do organismo original e inserido em outro organismo, como uma bactéria.A partir daí, essa bactéria receptora passa a produzir aquilo que o gene “manda”, como se fosse uma instrução química do seu próprio DNA. A engenharia genética depende de cortes precisos no DNA para isolar o gene de interesse. (Fonte: Getty Images)Manipulação do DNA passo a passoPrincipais “ferramentas”, as enzimas de restrição funcionam como tesouras moleculares que reconhecem sequências exatas de bases e cortam o DNA em pontos específicos, isolando o gene de interesse. Mas o corte não é reto — ele deixa pequenas pontas desencontradas, as chamadas "pontas adesivas", essenciais na etapa seguinte.O gene é então inserido em um vetor, geralmente um plasmídeo bacteriano: um pequeno anel de DNA que serve de carona para o gene chegar até a célula hospedeira.Funcionando como uma “cola” biológica, a enzima DNA ligase encaixa e solda as pontas adesivas, fechando o plasmídeo com o novo gene já incorporado.Para aceitar o DNA estranho, a bactéria é exposta a um choque térmico que deixa sua membrana mais porosa, permitindo que o plasmídeo entre na célula e comece a funcionar.Principais técnicas utilizadas atualmenteAlém dessa tecnologia de DNA recombinante — a mesma lógica de Boyer e Cohen, a engenharia genética atual conta com ferramentas de edição como as TALENs e, principalmente, o sistema CRISPR-Cas9, verdadeiras “tesouras moleculares” que permitem cortes muito mais precisos no genoma.Em organismos mais complexos, como humanos, o processo muda: em vez de plasmídeos, cientistas usam vírus como vetores, já que células humanas não possuem essas pequenas estruturas circulares de DNA.Quais são as aplicações da engenharia genética?Atualmente, a engenharia genética já está incorporada à rotina de diferentes áreas que fazem parte do nosso cotidiano — especialmente na medicina, na agricultura e na pesquisa científica. Medicina: produção de hormônios, vacinas e terapias gênicas cada vez mais personalizadas;Agricultura: culturas agrícolas mais resistentes a pragas, períodos de seca e até com maior valor nutricional;Indústria: micro-organismos modificados em laboratório se tornam pequenas “fábricas”, produzindo desde biocombustíveis até enzimas usadas em processos industriais;Pesquisa científica: organismos-modelo para estudar doenças humanas, como o Alzheimer, na busca de novos tratamentos.MedicinaDesde a década de 1980, aquelas bactérias E. coli pioneiras já produzem insulina humana em escala industrial, substituindo a extração do hormônio de pâncreas de animais.Se as bactérias produzem a proteína dentro da célula, em organismos maiores — como cabras — o gene desejado (como o da antitrombina) é isolado e inserido no embrião do animal que, quando adulto, passa a produzir leite rico nessa proteína, que é usada para prevenir infartos e AVCs. Em dezembro de 2023, a FDA aprovou a primeira terapia baseada em CRISPR-Cas9 a chegar ao mercado: a Casgevy, que trata a anemia falciforme, editando o DNA do próprio paciente para corrigir a produção de hemoglobina.AgriculturaO arroz dourado é um dos exemplos mais conhecidos: modificado para produzir beta-caroteno, precursor da vitamina A, ele foi criado para combater deficiências nutricionais em populações que dependem do grão como alimento básico.Milho e algodão geneticamente modificados resistem a insetos e toleram herbicidas específicos, reduzindo perdas na lavoura. Pesquisas também buscam aumentar a fixação de nitrogênio em plantas, diminuindo a dependência de fertilizantes sintéticos.Pesquisa científicaUm dos maiores exemplos de engenharia genética aplicada à pesquisa científica é um verme de apenas 1 mm — o C. elegans — geneticamente modificado para carregar o gene humano associado ao Alzheimer, permitindo que cientistas observem, sob microscópio, como a proteína ligada à doença afeta células nervosas. O que é a tecnologia CRISPR?A técnica CRISPR-Cas9 funciona como um sistema de recortar e colar molecular, guiado por RNA. (Fonte: Getty Images)Desenvolvida pela bioquímica americana Jennifer Doudna e pela microbióloga francesa Emmanuelle Charpentier, a CRISPR-Cas9 é um sistema inspirado em bactérias que usa um RNA guia para levar uma enzima (a Cas9) até um ponto exato do DNA, onde ela corta e permite editar genes com relativa precisão.Como ocorre a edição genéticaNa aplicação, a edição genética com CRISPR é um sistema de "recortar e colar" molecular programável: depois que a Cas9 faz um corte preciso nas duas fitas da hélice do DNA, a célula identifica o dano e aciona, na hora, um de dois mecanismos naturais de reparo, o que determina o que vai acontecer com o gene-alvo.O desfecho mais comum é a junção de extremidades não homólogas (NHEJ): a célula cola as pontas cortadas sem usar molde. O processo é rápido, mas impreciso — costuma inserir ou apagar bases no ponto do corte, o que bagunça a leitura do gene e o desativa. Por isso, é a forma usada para "desligar" genes.Mas quando a intenção é inserir uma sequência nova ou corrigir um trecho, os cientistas induzem a célula a usar o segundo caminho: a reparação dirigida por homologia (HDR). Em outras palavras, eles fornecem um molde de DNA com a sequência desejada, e a célula o copia para preencher a quebra. A HDR é mais precisa, porém mais rara — só ocorre em fases específicas da divisão celular, e quase nunca acontece em células que não se dividem constantemente (como neurônios ou células musculares).Qual é o futuro da engenharia genética?A tendência da engenharia genética hoje é trocar a tesoura pela caneta. Ferramentas de nova geração — como base editing e prime editing — corrigem letras específicas do DNA sem provocar a quebra da dupla-hélice, reduzindo os efeitos colaterais já citados. É essa precisão, cada vez mais refinada com o auxílio de inteligência artificial no desenho dos RNAs-guia, que já sustenta terapias de aplicação única para doenças raras — um caminho que a Casgevy ajudou a abrir no tratamento da anemia falciforme.No campo, essa mesma busca por precisão mira culturas mais resistentes, com a criação de plantas imunes a pragas e adaptadas a secas extremas decorrentes das mudanças climáticas.Cortando ou não a hélice, o ponto mais delicado do debate sobre a tecnologia continua sendo a edição da linhagem germinativa: mexer em óvulos, espermatozoides ou embriões significa que a alteração pode ser herdada por gerações seguintes, sem que se conheçam ainda todos os efeitos possíveis.O que parecia uma distopia se tornou real em 2018, quando um pesquisador chinês editou embriões humanos e gerou gêmeas geneticamente modificadas. Hoje, a regra é aparentemente mais clara: antes de qualquer intervenção, comitês de ética devem conceder o consentimento, e, quando o assunto envolve seres humanos, a edição transmissível a futuras gerações é proibida ou restrita com rigor na maioria dos países.Gostou de entender como a edição genética está mudando a forma como fazemos ciência, produzimos alimentos e encaramos a própria vida? Compartilhe esta matéria nas suas redes sociais, e acompanhe as últimas novidades sobre biotecnologia no TecMundo.
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A Samsung mantém uma das linhas de smartphones mais completas do mercado, com opções que atendem desde quem busca custo-benefício até quem quer desempenho avançado com conectividade 5G. Reunimos três ofertas da linha Galaxy disponíveis agora na Amazon para você comparar e escolher a que melhor se encaixa no seu perfil. Smartphone Samsung Galaxy A36 O post Linha Galaxy em promoção: smartphones Samsung para todos os bolsos apareceu primeiro em Olhar Digital.
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Described as the “feel-good movie of white-boy summer” by one extremist, the movie Citizen Vigilante has been hailed by the far-right as a way to convert moderates to their cause.
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- UE: Kaja Kallas defende livre navegação, sem pedágio, no Estreito de Ormuzpor Estadão Conteúdo on 13 de Julho, 2026 at 12:43
Kaja Kallas afirmou que a abertura do estreito deve ser respeitada e adiantou que chanceleres do bloco discutirão o Oriente Médio e novas sanções contra a Rússia nesta segunda The post UE: Kaja Kallas defende livre navegação, sem pedágio, no Estreito de Ormuz appeared first on InfoMoney.
- Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta segundapor Felipe Alves on 13 de Julho, 2026 at 12:32
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valor O Valor Econômico é o mais importante veículo de economia, finanças e negócios do Brasil. Traz notícias, cotações, blogs e conteúdo sobre cultura, estilo, carreiras e investimentos
- Copasa tem crescimento nos volumes de água e esgoto durante o 2º trimestreon 13 de Julho, 2026 at 12:54
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) registrou crescimento nos volumes de água e esgoto durante o segundo trimestre. Confira resultados e indicadores da Copasa e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 De acordo com prévia operacional divulgada nesta segunda-feira (13), a empresa, privatizada no mês passado, movimentou 173 milhões de metros cúbicos de água entre abril e junho, alta de 1% na comparação anual. Já os volumes de esgoto aumentaram 3,6% no mesmo período, afirma a companhia, chegando a 123,5 milhões de metros cúbicos. O resultado foi sustentado pela expansão da base de clientes, que registrou aumento de 1,3% nas economias de água e de 3% nas economias de esgoto nos últimos 12 meses. O período médio de consumo permaneceu praticamente estável, segundo a Copasa, passando de 92 dias há um ano atrás para 92,15 dias no segundo trimestre. O período médio de consumo permaneceu praticamente estável, segundo a Copasa, passando de 92 dias há um ano atrás para 92,15 dias no segundo trimestre Divulgação
- Intel investe 5 bi de euros na Irlanda para ampliar produção de chips de IA na Europaon 13 de Julho, 2026 at 12:51
A Intel anunciou um investimento de capital de 5 bilhões de euros na Irlanda com o objetivo de expandir sua capacidade de fabricação na Europa e atender à crescente demanda global por chips de inteligência artificial e computação de alto desempenho. Segundo a companhia, a iniciativa visa maximizar a capacidade de sua base industrial europeia em Leixlip, nos arredores de Dublin, ampliando o volume de produção atual, avançando em atividades de pesquisa e desenvolvimento e utilizando a capacidade disponível em suas salas limpas já existentes. A Intel é uma das multinacionais mais importantes para a economia da Irlanda, que é fortemente focada em investimentos estrangeiros. A empresa já investiu 30 bilhões de euros no país desde 1989, sendo que mais da metade desse montante foi aplicada entre 2019 e 2023 para dobrar a capacidade da planta e produzir suas tecnologias de processo mais avançadas. A fabricante de chips, que emprega 4.900 pessoas na Irlanda, afirmou que o seu mais recente programa de investimentos no campus de Leixlip teve início no início deste ano. O investimento será destinado à modernização das instalações de fabricação existentes e à instalação de equipamentos de produção de ponta para viabilizar a entrega dos processadores Intel Xeon 6 e da próxima geração da linha Intel Xeon, construídos com base no processo de fabricação Intel 3 do grupo. “Não estamos apenas aumentando a produção de produtos críticos, estamos garantindo que a Irlanda permaneça na vanguarda dos ecossistemas de manufatura mais avançados do mundo, ao mesmo tempo em que fortalecemos o papel da região no cenário tecnológico global”, afirmou Naga Chandrasekaran, vice-presidente executivo da Intel Foundry, em comunicado. Bloomberg
- Incorporadora Mitsui Fudosan estreia na Europa com laboratório para locaçãoon 13 de Julho, 2026 at 12:47
A incorporadora japonesa Mitsui Fudosan construirá seu primeiro complexo de laboratórios para locação na Europa como parte da revitalização da Biblioteca Britânica, em Londres. O projeto faz parte da estratégia da empresa para ampliar sua presença no mercado de ciências da vida. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
- Fed quer que órgão de supervisão financeira global tenha regras 'flexíveis'on 13 de Julho, 2026 at 12:46
A principal autoridade de supervisão bancária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) alertou o Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) contra a imposição de “regras rígidas” que não sejam adequadas para um grupo diversificado de países, afirmando que tais esforços podem corroer a eficácia do órgão de supervisão internacional. O FSB deve incentivar a “flexibilidade” para garantir que a supervisão seja apropriada para cada jurisdição, disse a vice-presidente de supervisão do Fed, Michelle Bowman, nesta segunda-feira, em um discurso preparado para a conferência do Instituto de Política Bancária em Londres. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
- Fintech aposta em consolidação e faz primeira aquisiçãoon 13 de Julho, 2026 at 12:45
A RecebeAqui, fintech especializada em soluções financeiras e links de pagamento para o setor de turismo, integrante do Grupo VPA, anunciou a aquisição da Kolek, plataforma de gestão de cobranças recorrentes e recebimentos voltada para escritórios contábeis e pequenas empresas. A transação representa o primeiro movimento de uma estratégia mais ampla de consolidação de fintechs verticais, focadas em segmentos específicos da economia brasileira que possuem necessidades financeiras próprias e muitas vezes são mal atendidos por plataformas generalistas. Fundada em 2022, a Kolek construiu uma posição de destaque no mercado contábil, atendendo centenas de escritórios de contabilidade em todo o país. Atualmente, a plataforma já processou mais de R$150 milhões em transações realizadas por meio de PIX e boletos. Segundo Murilo Pinheiro, CEO e co-fundador da Kolek, a combinação das empresas cria uma oportunidade única de acelerar a evolução do produto e ampliar a oferta de soluções para os clientes. "Ao longo dos últimos anos construímos uma forte presença no segmento contábil e validamos uma tese importante: nichos específicos possuem necessidades financeiras muito diferentes das soluções generalistas oferecidas pelo mercado. Encontramos na RecebeAqui uma empresa extremamente complementar, com infraestrutura financeira própria e capacidade tecnológica para levar essa visão para um novo patamar." Consolidação em um mercado mais complexo O movimento acontece em um momento de transformação do setor financeiro brasileiro. Nos últimos anos, o mercado de fintechs foi marcado pelo crescimento acelerado de grandes plataformas horizontais. Ao mesmo tempo, mudanças regulatórias vêm aumentando a complexidade operacional e os custos de compliance para empresas do setor. Entre elas está a Resolução BCB nº 522 e a regulamentação do Banking as a Service (BaaS) no Brasil, ambas publicadas pelo Banco Central, que estabelecem novas exigências para participantes do ecossistema financeiro e de pagamentos, elevando os desafios de adequação regulatória para fintechs de menor porte. Nesse contexto, a RecebeAqui acredita que a combinação entre escala operacional, infraestrutura financeira própria e especialização por nicho será um fator decisivo para a próxima fase de crescimento do setor. "Acreditamos que o mercado passará por um processo natural de consolidação. Nos últimos anos surgiram diversas fintechs especializadas que desenvolveram excelentes canais de distribuição e profundo conhecimento dos seus segmentos, mas nem todas conseguiram construir infraestrutura financeira própria. Nossa visão é combinar essas competências em uma plataforma única, mantendo a especialização de cada vertical", afirma João Freitas Filho, CEO da RecebeAqui. Estratégia focada em verticais A tese da RecebeAqui contrasta com a abordagem adotada por grandes plataformas generalistas do mercado, como Asaas, Vindi e IUGU e outros players de grande porte. Enquanto esses provedores atendem uma ampla variedade de empresas, a estratégia da RecebeAqui é desenvolver soluções especializadas para segmentos específicos, combinando infraestrutura financeira compartilhada com produtos adaptados às particularidades de cada mercado. O setor de turismo, vertical onde a RecebeAqui já possui forte atuação, apresenta características próprias relacionadas a parcelamento, links de pagamento via cartão, recebíveis e sazonalidade. Já o mercado contábil, onde a Kolek tem forte presença, demanda ferramentas de cobrança recorrente via boleto e PIX, gestão de honorários, automação financeira e relacionamento contínuo com pequenas empresas. Com a aquisição da Kolek, a RecebeAqui passa a incorporar uma das principais plataformas especializadas nesse segmento e dá início a uma estratégia de expansão para novas verticais. Próximos passos A operação prevê a integração gradual das plataformas e equipes ao longo dos próximos meses, mantendo a continuidade dos serviços prestados aos clientes de ambas as empresas. As empresas projetam processar mais de R$300 milhões em seu primeiro ano de operação conjunta. Os fundadores da Kolek permanecerão envolvidos na operação e no desenvolvimento da vertical contábil, contribuindo para a expansão da nova estrutura. A expectativa das empresas é que a combinação permita ampliar a oferta de produtos financeiros, aumentar a eficiência operacional e acelerar o crescimento das verticais atendidas. Sobre a RecebeAqui A RecebeAqui é uma fintech especializada em soluções financeiras e de pagamentos, com forte atuação no setor de turismo e oferece infraestrutura financeira, links de pagamento via cartão de crédito, gestão e antecipação de recebíveis e serviços voltados para empresas de diversos portes. A empresa integra o Grupo VPA, que possui atuação em diversos países da América Latina e Europa. Sobre a Kolek A Kolek é uma plataforma de gestão de cobranças e recebimentos focada em escritórios contábeis e pequenas empresas. A solução automatiza processos de gestão de recebíveis e cobrança por meio de PIX, boletos, réguas de cobranças recorrentes com canais de e-mail e whatsapp e integração com sistemas de gestão, processando mais de R$ 15 milhões em transações mensalmente.
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- Globo faz proposta para renovar os direitos exclusivos da Copa do Brasil até 2030por Gabriel Vaquer on 13 de Julho, 2026 at 09:00
A Globo formalizou na semana passada uma proposta à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) pelos direitos de transmissão da Copa do Brasil. A emissora quer a renovação do contrato de direitos exclusivos do mata-mata nacional de 2027 a 2030. Leia mais (07/13/2026 - 06h00)
- Como trailers e teasers impulsionam o cinema pelo mar de informações virtuaispor Davi Galantier Krasilchik on 13 de Julho, 2026 at 07:00
Em fevereiro, rumores sobre "Maldição da Múmia" citaram desistências numa sessão teste -uma delas do produtor James Wan- e críticas desastrosas. Dias depois, um "teaser" mudou a opinião do público. O terror superou em quatro vezes seu orçamento de US$ 20 milhões e mostrou a força que trailers têm ainda hoje, em meio ao turbilhão de conteúdos digitais. Leia mais (07/13/2026 - 04h00)
- Morre Sam Neill, o Dr. Alan Grant de 'Jurassic Park', aos 78 anoson 13 de Julho, 2026 at 06:51
Sam Neill, astro de "Jurassic Park", morreu na Austrália nesta segunda-feira (13), aos 78 anos, informou sua família em um comunicado que descreveu a morte do ator como "repentina e inesperada". Leia mais (07/13/2026 - 03h51)
- Mick Jagger diz que parceria com Paul McCartney em novo álbum foi inesperadaon 13 de Julho, 2026 at 02:45
O cantor Mick Jagger, 82, afirmou que a parceria com o ex-Beatles, Paul McCartney, no novo disco "Foreign Tongues" do Rolling Stones aconteceu de forma inesperada. Leia mais (07/12/2026 - 23h45)
- Montagem de 'Édipo', de Robert Icke, faz de Jocasta centro de thriller políticopor Cristina Camargo on 13 de Julho, 2026 at 02:15
A postura altiva e explicitamente apaixonada de Jocasta na releitura do britânico Robert Icke para a tragédia "Édipo Rei", de Sófocles, surpreendeu a atriz Clarisse Abujamra e provocou um questionamento intenso nos primeiros dias de ensaio do espetáculo, dirigido por Clara Carvalho. Leia mais (07/12/2026 - 23h15)













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