O voo 431 da Kenya Airways
O dia de hoje na história.
30 de janeiro de 2000.
2000: O voo 431 da Kenya Airways cai no Oceano Atlântico, próximo à Costa do Marfim, resultando na morte de 169 pessoas.
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Cepea, 15/10/2026 – As cotações do arroz em casca recuaram no Rio Grande do Sul, diante da retração da demanda industrial, da maior disponibilidade do cereal para comercialização e da desvalorização do dólar frente ao Real. De acordo com o Centro de Pesquisas, após a valorização observada nos meses anteriores, o mercado de arroz em casca perdeu ritmo na primeira semana de outubro. Indústrias consultadas pelo Cepea relataram menor movimentação nas vendas de arroz beneficiado e dificuldades para repassar os aumentos recentes da matéria-prima
Cepea, 15/10/2026 – As exportações brasileiras de café atingiram o segundo maior volume para o primeiro trimestre de uma safra desde 1990, início da série histórica do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Segundo dados do Conselho, os embarques totais, incluindo café verde, torrado e solúvel, somaram 11,2 milhões de sacas de 60 kg entre julho e setembro, alta de 15,5% frente ao mesmo período de 2025/26. O desempenho trimestral foi impulsionado principalmente pelo robusta, com os embarques somando 2,6 milhões de sacas de julho a setembro, expressivo avanço de 66,6% sobre a temporada anterior
Cepea, 15/10/2026 – A valorização mais intensa do boi gordo no Estado de São Paulo em relação à carne bovina no atacado da Grande São Paulo tem reduzido a diferença entre os preços dos dois produtos nesta parcial de outubro. De acordo com o Cepea, a oferta restrita de animais prontos para abate e as dificuldades dos frigoríficos em completar as escalas têm sustentado as cotações do animal, resultando em novas altas no mercado físico paulista. Pesquisadores do Cepea ressaltam que esse movimento de aproximação dos valores dos dois produtos evidencia mudanças na relação de preços ao longo da ca
Cepea, 15/10/2026 – O poder de compra do suinocultor paulista vem se recuperando nesta parcial de outubro, após três meses consecutivos de queda. Segundo o Cepea, esse movimento é resultado da valorização mais intensa do suíno vivo, combinada à alta menos expressiva do farelo de soja e ao recuo nos preços do milho. Segundo pesquisadores do Cepea, agentes têm relatado expansão na demanda das famílias pela carne suína, o que, consequentemente, aumenta a procura da indústria por novos lotes de animais
Cepea, 14/10/2026 – As cotações do algodão em pluma seguem em baixa neste início de outubro, após já terem recuado em setembro. Segundo o Cepea, a retração está relacionada à queda dos preços internacionais, ao menor interesse por novas aquisições e à preferência das indústrias pelo cumprimento de contratos já firmados. Ainda assim, os preços internos permanecem acima da paridade de exportação
Nas zonas rurais e localidades remotas, a conexão de alta velocidade pode não estar disponível, dificultando acessar sites, streaming, apps de mensagens e mapas, entre outros serviços online. Para essas regiões, a internet via satélite da Starlink surge como uma das principais alternativas.Operando no Brasil desde 2022, a “internet do Elon Musk” chegou a mais de 936 mil acessos ativos no Brasil em agosto de 2026, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com esse número, ela se posiciona à frente da TIM no ranking de assinantes da banda larga, apresentando um grande crescimento.Mas será que ela é realmente interessante para todos os usuários? Descubra, a seguir, como a Starlink funciona, quais são os pacotes disponíveis no Brasil e o público-alvo da operadora americana.O que é a Starlink e como funciona? A Starlink é um serviço de internet banda larga via satélite comercializado pela SpaceX, empresa aeroespacial de Elon Musk. Ela atua como prestadora de serviços de telecomunicações, mas difere das empresas convencionais do setor na maneira como leva o sinal ao assinante. Enquanto operadoras como Claro, Vivo e TIM distribuem a conexão por meio de infraestrutura terrestre baseada em cabo e fibra óptica, a companhia sediada nos Estados Unidos utiliza uma constelação de satélites de órbita terrestre baixa (LEO) para fornecer o sinal. É assim que ela chega a locais onde as prestadoras tradicionais não estão. A lista inclui zonas rurais, estradas, ilhas, florestas, regiões remotas e outras sem infraestrutura de fibra ou cabo. Mas o serviço também pode ser acessado nas cidades, desde que haja disponibilidade.Diferença para a internet via satélite tradicional Formada por milhares de satélites, a constelação Starlink orbita o planeta a aproximadamente 550 km de altitude. A proximidade da Terra é importante para oferecer latência reduzida, de cerca de 25 ms, como explica a companhia, favorecendo o streaming, jogos online, videochamadas e outras atividades com alta taxa de dados. Ao contratar o serviço, o usuário precisa comprar o kit com antena Starlink e roteador Wi-Fi que se conecta à rede de satélites LEO. No entanto, é fundamental que a antena seja apontada diretamente para o céu, sem obstáculos como árvores ou prédios. São mais de 6.750 satélites em órbita, no momento, de acordo com a empresa, oferecendo capacidade para atender milhões de clientes em todo o mundo. Ela tem planos de aumentar a frota para chegar a mais clientes sem congestionar a rede. Já a internet por satélite tradicional é geralmente baseada em espaçonaves na órbita geoestacionária, a 36.000 km de altitude. Como o sinal precisa percorrer um caminho muito mais longo entre o usuário e o espaço, a latência se torna significativamente maior.Com latência acima de 600 ms nestas condições, há prejuízos ao jogar, transmitir ao vivo e controlar equipamentos médicos à distância, entre outros serviços digitais que exigem respostas instantâneas. Outra diferença é a menor quantidade de satélites, o que pode levar, também, a velocidades reduzidas.Valor da mensalidade da Starlink no Brasil A Starlink Brasil oferta planos nas modalidades pessoal e comercial. No primeiro, os pacotes estão divididos entre as opções “Residencial” e “Viagem”, enquanto no segundo há os de “Prioridade local” e “Prioridade global”.Quanto custa a antena e o kit da Starlink? Como informado anteriormente, é necessário comprar o kit vendido pela SpaceX para se conectar, resultando em um valor maior na comparação com a internet via cabo ou fibra óptica. No momento, a operadora disponibiliza duas opções no mercado nacional.A versão Starlink Mini, mais compacta e portátil, tem preço sugerido de R$ 1.199. Já o Kit Padrão, no modelo fixo, custa a partir de R$ 2.400. Esses são os valores oficiais, mas a empresa de Musk tem realizado várias promoções nos últimos meses. Em regiões selecionadas, a versão Mini da antena tem sido vendida a partir de R$ 99, associada a certas condições de assinatura. Para quem a Starlink pode ser uma boa alternativa? A Starlink vale a pena para as pessoas que residem em lugares nos quais outras tecnologias atendem mal ou não chegam e empresas nas mesmas condições. Isso inclui sítios, fazendas, pousadas e comunidades afastadas com apenas a internet via rádio ou a conexão móvel disponíveis ou nem essas opções.Usuários sempre em trânsito ou viajando para locais sem cobertura também podem se beneficiar com a internet por satélite, contratando o plano viagem. Vale citar, ainda, empresas e profissionais que não podem ficar desconectados, utilizando a Starlink como conexão de backup.Quando uma conexão por fibra pode fazer mais sentido? Nas áreas urbanas com fibra óptica acessível e de boa qualidade, a internet Starlink pode não ser a melhor escolha. Além de velocidades mais altas, a conexão convencional normalmente custa mais barato, embora os preços da empresa americana venham apresentando redução.Quem reside em locais com muitas obstruções que dificultem a instalação da antena Starlink apontada para o céu ou sem área aberta também deve considerar a conexão cabeada, uma vez que a tecnologia depende de visão limpa para funcionar adequadamente.Siga no TecMundo e descubra como a internet Starlink foi usada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas Eleições 2026.Com informações de Starlink, Anatel e Minha Conexão.
O sucesso de ARC Raiders surpreendeu até a Embark. Muito bem recebido no lançamento, o extraction shooter extrapolou as fronteiras do gênero e conquistou um público três vezes maior do que o estúdio esperava. O resultado, porém, trouxe desafios que a desenvolvedora não estava totalmente preparada para enfrentar.Com uma equipe consideravelmente menor que a de gigantes do mercado, a Embark precisou repensar o cronograma de atualizações de ARC Raiders. A estratégia inicial, baseada em novidades mensais, não correspondeu às expectativas de parte da comunidade e deu lugar a um modelo de grandes atualizações mais espaçadas, com maior atenção ao feedback dos jogadores.Em entrevista ao VOXL, Caio Braga, brasileiro e diretor de produção da Embark, falou sobre os bastidores do sucesso inesperado, os desafios enfrentados pela equipe e as decisões que devem definir os próximos passos do jogo.ARC Raiders colhe os frutos do novo fluxo de updates Quando foi lançado, ARC Raiders tinha um cronograma de atualizações mensais. Ajustes de balanceamento chegavam toda semana, enquanto conteúdos inéditos, como inimigos, armas, mapas e eventos, seriam lançados todo mês. Em maio, a empresa repensou o cronograma e passou a focar em grandes atualizações semestrais, mantendo correções e eventos menores ao longo do ano.Embora fosse uma tentativa de manter o jogo sempre fresco e com conteúdo inédito, a estratégia não agradou parte da comunidade. Algumas atualizações pareciam pequenas demais frente às novidades esperadas pelo público – principalmente a parcela mais dedicada, que acumulava centenas de horas de gameplay. A simples adição de eventos, um ou dois ARCs ou armas não parecia matar a fome dos jogadores. ARC Raiders vendeu três vezes mais do que o projetado pela Embark. Foto: Embark/Divulgação “Queremos entregar a melhor experiência possível”, disse Caio Braga. “Ver essa reação dos usuários de que o modelo mensal não era suficiente nos fez, em vez de aceitar a derrota, dizer ‘espera aí, temos um caminho aqui. Vamos dar um passo atrás, focar em resolver os problemas e trazer de novo a melhor experiência’”, continuou.A primeira grande atualização sob o novo cronograma foi entregue ao público na quinta-feira (8), e os primeiros resultados são notáveis. Segundo o SteamDB, o número de jogadores na Steam já parecia subir nos dias que antecederam o update, e o primeiro final de semana registrou um pico de mais de 182 mil jogadores simultâneos – muito acima dos cerca de 40 mil registrados no pico de setembro.O crescimento, contudo, não pode ser atribuído exclusivamente à atualização. ARC Raiders também ficou disponível gratuitamente entre os dias 8 e 12 de outubro, além de receber um desconto de 50% na compra.Nesta atualização, batizada como “Frozen Trail”, a Embark entregou um pacote significativo de novidades, incluindo o retrabalho de sistemas que há meses acumulavam críticas e problemas – a Árvore de Habilidades e o sistema de progressão dos Raider Decks, por exemplo. Os antigos Cred também foram substituídos pelos Reward Points.Sucesso de ARC Raiders pegou até a Embark de surpresa Questionado sobre o que teria feito diferente no lançamento de ARC Raiders, Braga disse que teria adotado uma postura mais “pé no chão”. “Pensando no tamanho da nossa equipe e com os pés no chão, eu teria adotado uma cadência mais espaçada desde o primeiro dia. Isso permitiria colher mais feedback da comunidade e focar no que os jogadores realmente queriam”, comentou o desenvolvedor. Nas atualizações mensais, as novidades eram diluídas ao longo dos meses. Foto: Embark/Divulgação “Nosso roadmap original era baseado no que nós achávamos que o jogo precisava, não na demanda direta do público. E, se pudesse fazer um pedido, teria expandido a equipe um pouco antes do lançamento, pois não imaginávamos uma escala tão grande”, disse.ARC Raiders foi um sucesso ímpar no gênero de extraction shooters e um dos jogos multiplayer como serviço mais bem recebidos nos últimos anos, mesmo sendo um jogo pago. O pico máximo de jogadores na Steam aconteceu dias após a estreia, com quase 482 mil jogadores simultâneos. Segundo um relatório financeiro da Nexon, publicadora do game, foram 4,6 milhões de cópias vendidas apenas no primeiro trimestre de 2026, elevando o acumulado para 15,5 milhões. Em maio, o total já havia superado 16 milhões de unidades. ARC Raiders chegou a 185 mil jogadores simultâneos no final de semana só no Steam, mas o número é uma fração do sucesso de estreia. Foto: Igor Almenara/TecMundo/Estadão Diferente de empresas como Activision Blizzard, EA e Ubisoft, a Embark é um estúdio significativamente menor – antes de ARC Raiders, o único jogo lançado pela empresa foi The Finals. A empresa esperava fazer sucesso, mas não conseguiu prever sua dimensão.“A Embark é bastante ambiciosa e produz jogos para terem sucesso. O que é difícil mensurar com antecedência é a escala exata desse sucesso. A gente projetava vender talvez um terço do volume real alcançado nos primeiros meses – e um terço já seria um patamar expressivo de alguns milhões de cópias. O tamanho do sucesso foi um susto a ponto de nos vermos às vésperas das festas de fim de ano pensando em como dar suporte à demanda”, comentou Braga.Enquanto parte da equipe foi descansar durante as festas de fim de ano, alguns membros continuaram presentes no projeto. Mesmo com tanta correria, Braga disse que a Embark conseguiu preservar um ambiente de trabalho saudável e sem crunch – um assunto geralmente polêmico entre grandes estúdios.“Eu defendo muito um ambiente de trabalho saudável”, disse Braga. “Há estúdios que exageram em horas extras e crunch. Houve um pouco de hora extra, mas muito pouco em comparação com minhas experiências anteriores e com a média do setor”.Crunch é a prática de jornadas de trabalho excessivas e obrigatórias impostas aos desenvolvedores de jogos, geralmente perto do prazo de lançamento ou de entregas de metas.Modo PvE entra em fase de testes As novidades de Frozen Trail, porém, não acabaram e devem manter a comunidade ativa por mais tempo. Uma das adições mais pedidas pela comunidade – e talvez mais controversas – é o modo PvE, que entra em fase de testes nesta terça-feira (13).A Embark decidiu introduzir a modalidade alguns dias após a atualização propositalmente, contou Braga. “Estamos cadenciando o PvE para que, primeiro, a comunidade foque no que há de novo – novas armas, novo mapa – e aproveite isso”, pontuou.“Sempre dissemos que queríamos abrir o gênero de extraction shooter para outros públicos. Conseguimos isso, mas não esperávamos esse público tão dividido. Agora, teremos o lançamento do PvE, por exemplo. Há um tipo de usuário que nos diz ‘não quero PvP, ponto final; se tiver, não jogo mais’. Com todas essas surpresas, foi muito mais estratégico sentar e falar: ‘espera aí, vamos ouvir o que o público quer’”, disse Braga.No modo PvE, jogadores não podem causar dano uns aos outros. O combate é focado nos ARCs, mas há outras diferenças em relação às partidas convencionais, incluindo recompensas de menor valor e restrições de acesso a determinadas condições de mapa.Neste primeiro momento, o modo é de caráter experimental e ficará disponível entre os dias 13 e 20 de outubro. A Embark afirma que acompanhará de perto o impacto da modalidade na comunidade, inclusive nas partidas tradicionais de PvPvE. Não há nem sequer confirmação de que ela será lançada de forma definitiva futuramente.A mudança no cronograma e a introdução do PvE refletem uma nova postura da Embark diante do sucesso de ARC Raiders. Depois de admitir que subestimou a dimensão do público e planejou as atualizações sem considerar suficientemente suas demandas, o estúdio agora tenta equilibrar as próprias ambições com aquilo que os jogadores realmente querem. Resta saber se a nova estratégia será suficiente para manter o fôlego do game a longo prazo.Acompanhe o VOXL para conferir mais novidades sobre ARC Raiders e os próximos passos da Embark.
Tá procurando o que jogar nos próximos dias mas não sabe bem o que escolher? Não se preocupe, o Voxl pode te ajudar a encontrar algo legal. No caso do Xbox, seja para rodar no Xbox One, Series S ou Series X, tá cheio de jogos em promoção na Microsoft Store, que nesta semana traz títulos com até 90% de desconto.Por exemplo, entre as ofertas para Xbox em destaque temos games como LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight, Grand Theft Auto V, Battlefield 6, Fallout 4 e Metro 2033 Redux, que está custando apenas R$ 5,85.Leia também1Microsoft anuncia Xbox Labs para surfar na onda de ports e games que usam IAVem com a gente conferir os jogos de Xbox no precinho e aproveite para aumentar o backlog com um monte de jogão em promoção.Promoções de jogos para Xbox na Microsoft Store A seguir, você confere a nossa lista com as principais promoções de jogos para Xbox One, Series S e Series X disponíveis nesta semana na Microsoft Store:LEGO DC Super-Villains (TT Games) — R$ 23,00 (-90%) Middle-earth: Shadow of War (Monolith Productions) — R$ 14,74 (-90%) Tomb Raider: Definitive Edition (Crystal Dynamics) — R$ 8,24 (-90%) LEGO Star Wars: The Skywalker Saga (TT Games) — R$ 34,35 (-85%) Metro 2033 Redux (4A Games) — R$ 5,85 (-85%) Metro Exodus (4A Games) — R$ 8,40 (-85%) Sniper Elite 4 (Rebellion) — R$ 29,85 (-85%) Batman: Arkham Knight (Rocksteady Studios) — R$ 36,00 (-80%) Mortal Kombat 1 (NetherRealm Studios) — R$ 39,98 (-80%) Fallout 4 (Bethesda) — R$ 24,98 (-75%) Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games) — R$ 74,97 (-75%) Grand Theft Auto IV (Rockstar Games) — R$ 27,65 (-65%) Max Payne 3 (Rockstar Games) — R$ 36,71 (-65%) Battlefield 6 (Battlefield Studios) — R$ 139,60 (-60%) Grand Theft Auto V (Rockstar Games) — R$ 99,45 (-50%) Red Dead Redemption (Rockstar Games) — R$ 124,50 (-50%) LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight (TT Games) — R$ 209,99 (-30%) Cupom KaBuM! Ainda não tem seu Xbox? Então pare de marcar bobeira, aproveite as promoções e use o cupom KaBuM! para adquirir o seu Xbox Series S ou Series X novinho com desconto o quanto antes!Economize e parcele suas compras no Xbox com a Nuuvem Existe uma forma de aliviar um pouco as finanças e parcelar os jogos de Xbox que a gente tanto quer — e com direito a cashback — usando os gift cards da Nuuvem. Você pode comprar gift cards e assinaturas do Xbox Game Pass na Nuuvem com cashback e opções de parcelamento. Foto: Nuuvem/Reprodução Na Nuuvem é possível parcelar a compra em até 4x sem juros no PayPal ou em até 6x sem juros no cartão de crédito. E o melhor: você ainda recebe cashback em forma de moedinhas na própria plataforma, que podem ser usadas em compras futuras e abater parte do valor do pagamento final.Você pode comprar desde gift cards a cartões de assinaturas do Xbox Game Pass e, além do cashback, ainda pode usar cupons de desconto que vez ou outra são liberados pela galera da Nuuvem.E aí, aproveitou para comprar algum dos jogos para Xbox em promoção? Nos conte nas redes sociais do Voxl!Essa matéria não é patrocinada, mas contém links de parceiros. O TecMundo pode ganhar comissão pelas vendas geradas por meio desses links.Reiteramos nosso compromisso em indicar apenas produtos e promoções curados e selecionados pelos nossos especialistas, sempre levando em consideração a experiência dos nossos leitores.
Um pedreiro do Maranhão viajou até Belo Horizonte (MG) para encontrar uma pretendente criada por IA.Com perfil focado em anúncios e centenas de milhares de seguidores, a mulher gerada por computador prometia até casamento.O homem descobriu que ela não existia ao mostrar fotos nas ruas e precisou de ajuda da prefeitura para voltar.
Uma operação internacional de combate ao cibercrime desmantelou uma infraestrutura global responsável pela circulação de mais de um bilhão de mensagens fraudulentas desde o início deste ano. A rede utilizava e-mails e mensagens de texto SMS para enganar vítimas e invadir sistemas de mais de 75 mil organizações em 150 países, incluindo órgãos públicos, bancos e empresas de saúde.O desmantelamento ocorreu após uma ordem expedida pela Justiça dos Estados Unidos, no Distrito Sul da Flórida. A ação permitiu que a Microsoft e a organização sem fins lucrativos Health-ISAC assumissem o controle e redirecionassem domínios que sustentavam a operação. A big tech também desativou mais de 20 mil contas e bloqueou cerca de 100 mil domínios criados para aplicar golpes de personificação de marcas e órgãos governamentais. Início das investigações A investigação começou no final de 2025, quando a Agência Nacional de Polícia do Japão alertou a Microsoft sobre um aumento incomum de fraudes digitais no país. Ao buscar a origem dos ataques, os investigadores descobriram um mercado cibercriminoso em idioma chinês conhecido como YAM Store, rastreado tecnicamente como “Storm-3119?. A plataforma funcionava como um centro de suprimentos para criminosos digitais e oferecia acesso a ambientes em nuvem da Microsoft e do Google obtidos de forma fraudulenta.Para criar essas contas falsas com aparência legítima, os operadores do ecossistema compravam domínios de organizações reais que haviam expirado, como entidades sem fins lucrativos ou de educação. Eles recriavam os sites dessas instituições e, com o apoio de ferramentas de inteligência artificial (IA), geravam documentações falsas para reativar os registros. Com esses acessos em mãos, os criminosos comercializavam o espaço para hospedar páginas de golpe e disparar mensagens em massa. O painel de administração do “Iron Man System” na implantação isolada do laboratório da Resecurity, o modo de exibição Frontend Management, mostrando duas instâncias de isca configuradas e uma contagem regressiva de licença em execução (capturada em um IP de laboratório não roteável, caminho de administrador oculto visível, mas não funcional fora do laboratório). Foto: Reprodução/Resecurity Atrelados ao YAM Store funcionavam conjuntos de ferramentas de phishing conhecidos como CoGUI, Haozi e Iron Man System, agrupados sob o código “Storm-2990?. Esses kits ofereciam aos compradores milhares de modelos prontos que simulavam comunicados oficiais. Entre os pretextos mais comuns estavam notificações de encomendas pendentes, multas de trânsito atrasadas, alertas bancários e verificações de segurança de conta.O modelo Iron Man, que ganhou força no meio do ano, disponibilizava mais de 2.300 modelos de páginas falsas adaptados para 130 países. A empresa de cibersegurança Resecurity participou das investigações após obter licenças de acesso e analisar a estrutura interna mantida pelos desenvolvedores. Interface YAM Store e contato Telegram Foto: Reprodução/Microsoft “O que parece ser uma simples mensagem de golpe é, muitas vezes, a ponta visível de uma operação cibercriminosa transnacional muito maior”, afirmou Steven Masada, conselheiro geral associado e gerente geral da Unidade de Crimes Digitais da Microsoft.A cooperação internacional contou ainda com o apoio do Centro de Controle de Crimes Cibernéticos do Japão e das empresas de tecnologia Cloudflare, Oracle, Proofpoint e TRM Labs. Segundo dados da Proofpoint, apenas no ecossistema vinculado ao kit CoGUI, mais de 17 mil domínios foram identificados no último ano. A estratégia dos criminosos envolvia a troca constante de endereços na internet para burlar os sistemas automatizados de segurança. Exemplos de modelos do Homem de Ferro que se passam por marcas e organizações governamentais em todo o mundo Foto: Reprodução/Microsofr Os pacotes de ferramentas vendidos no mercado clandestino contavam com recursos para dificultar a análise por especialistas, como bloqueio por localização geográfica e mecanismos que exigiam a confirmação de que o visitante era um usuário real antes de exibir a página falsa. As informações capturadas, como senhas e dados de cartões de crédito, eram enviadas em tempo real aos criminosos por meio de canais automatizados no Telegram.Monitoramento e proteção Apesar da amplitude da apreensão, os especialistas ressaltam que o combate ao mercado de serviços cibercriminosos exige monitoramento contínuo, uma vez que novos endereços e ferramentas são criados com rapidez:“Uma ação coordenada de bloqueio dos servidores de licenciamento e do registro de softwares, combinada com o redirecionamento dos domínios de armazenamento, desestrutura a operação para toda a sua base de compradores simultaneamente”, destacaram os pesquisadores da equipe de inteligência de ameaças da Resecurity em relatório sobre o caso. Aquisição da YAM Store e cadeia de atividades downstream Foto: Reprodução/Microsoft As empresas afetadas pelas tentativas de representação indevida das marcas não tiveram os sistemas internos invadidos para a criação dos modelos de golpe. A Microsoft informou que continua atuando em conjunto com autoridades policiais internacionais, como o Serviço Secreto dos Estados Unidos, para identificar os operadores do grupo e remover infraestruturas residuais que ainda estejam ativas.Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
Empresa se tornou a segunda da história a fechar acima da marca, depois da Nvidia; John Ternus assume comando com desafio de recuperar terreno na IA sem comprometer a rentabilidade O post Apple supera R$ 25,2 trilhões em valor de mercado e desafia novo CEO a avançar em IA apareceu primeiro em Olhar Digital.
Confira as principais notícias do mundo da tecnologia e da ciência no programa Olhar Digital News de hoje! O post Confira o Olhar Digital News na íntegra (14/10/2026) apareceu primeiro em Olhar Digital.
Um grande ataque cibernético atingiu os sistemas de refrigeração de centenas de supermercados franceses nesta semana. O post O que se sabe sobre o ataque hacker ‘sem precedentes’ na França apareceu primeiro em Olhar Digital.
PEC foi aprovada em dois turnos nesta quarta-feira (14) e segue para promulgação; mudança prevê dois dias de descanso por semana, sem redução salarial O post Senado aprova fim da escala 6×1; jornada semanal cairá para 40 horas apareceu primeiro em Olhar Digital.
Ações alegam que chatbot pode incentivar comportamentos perigosos e enganar usuários sobre sua segurança; em outro processo, famílias acusam empresa de usar informações íntimas de menores sem consentimento dos pais O post 8 estados dos EUA processam OpenAI e acusam ChatGPT de colocar jovens em risco apareceu primeiro em Olhar Digital.
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Candidato do PL esteve ausente das cinco sessões de discussão no Senado e declarou apoio à proposta após meses de críticas à redução da jornada The post Flávio vota pelo fim da escala 6×1, mas não participa de debates sobre a PEC appeared first on InfoMoney.
Ex-vice-presidente Hamilton Mourão foi o único a rejeitar a PEC, aprovada por 75 votos favoráveis nesta quarta-feira (14) The post Quem é o único senador que votou contra o fim da escala 6×1 no Senado appeared first on InfoMoney.
Proposta reduz jornada semanal de 44 para 40 horas e garante dois dias de descanso sem corte salarial The post Senado aprova fim da escala de trabalho 6×1; veja o que muda e quando começa a valer appeared first on InfoMoney.
O prêmio estimado para este concurso era de R$ 350 mil The post Dia de Sorte: confira o resultado do concurso 1322 sorteado nesta quarta-feira (14) appeared first on InfoMoney.
Veja as 20 dezenas sorteadas no concurso 2987 da Lotomania e confira o valor estimado do prêmio The post Lotomania: confira o resultado do concurso 2987 sorteado nesta quarta-feira (14) appeared first on InfoMoney.
Taiwan deve comprar gás proveniente de um projeto proposto no estado americano do Alasca, marcando um passo importante rumo à cooperação energética entre a ilha tecnológica asiática e seu principal parceiro na área de segurança. Na terça-feira, durante um comício no Alasca, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que "Taiwan acaba de concordar em comprar 30% do gás que virá do gasoduto pelos próximos 20 anos. Isso garante o sucesso do empreendimento”, afirmou Trump, sem dar mais detalhes. Em um comunicado à imprensa, o Ministério da Economia de Taiwan confirmou os planos de participar do projeto, com um investimento previsto de até US$ 4,4 bilhões. A pasta informou que o plano atual prevê a compra de 6 milhões de toneladas de gás por ano, assim que o projeto entrar em operação — possivelmente até 2032. Taipei declarou que detalhes específicos, incluindo participações acionárias e outras condições, ainda precisam ser definidos. O governo taiwanês destacou a vantagem geográfica de poder transportar o gás diretamente para Taiwan por meio de rotas no Pacífico, o que ajudaria a diluir riscos. Em 2025, a CPC — gigante do setor de petróleo controlada pelo governo de Taiwan — assinou uma carta de intenções com a Alaska Gasline Development Corp. para o desenvolvimento e a compra de gás natural liquefeito (GNL). A Coreia do Sul é outro potencial parceiro asiático no empreendimento, embora Seul e Washington tenham apresentado divergências, recentemente, sobre como descrevem o status dos compromissos de investimento. A segurança energética é uma questão crucial para Taiwan, que depende fortemente de petróleo e gás do Oriente Médio para abastecer sua economia voltada à tecnologia. Perturbações decorrentes de conflitos envolvendo Estados Unidos e Irã este ano evidenciaram essa vulnerabilidade, assim como a crescente pressão marítima exercida pela China — o que, segundo muitos especialistas, poderia, futuramente, evoluir para uma tentativa de imposição de um bloqueio. A China reivindica Taiwan como parte de seu território — uma posição rejeitada pelo governo eleito em Taipei. O Ministério das Relações Exteriores da China criticou o plano de GNL na quarta-feira, afirmando que as relações externas de Taiwan "devem basear-se no princípio de 'uma só China'". "As tentativas do Partido Democrático Progressista de buscar a 'independência de Taiwan' sob o pretexto de 'economia e comércio' não terão sucesso", afirmou a porta-voz chinês Mao Ning, referindo-se ao partido governista em Taipé. O compromisso geral da administração Trump com Taiwan tem sido alvo de ataques da China, uma vez que uma venda de armas dos Estados Unidos, estimada em 14 bilhões de dólares, permanece em impasse devido às advertências de Pequim sobre tais transações. O Ministério da Economia de Taiwan declarou que o projeto de longo prazo no Alasca promoverá a diversificação do suprimento, "fortalecerá ainda mais a resiliência energética do nosso país e aprofundará a cooperação entre Taiwan e os Estados Unidos". O transporte de gás do Alasca para Taiwan evitaria pontos de estrangulamento críticos, como o Estreito de Ormuz, próximo ao Irã, e o Estreito de Malaca, no Sudeste Asiático — embora isso envolva custos de desenvolvimento significativos. Em um memorando enviado a clientes no início deste ano, a consultoria BowerGroupAsia observou que a CPC (companhia estatal de energia de Taiwan) mantém uma postura "cautelosa em relação ao investimento, dada a magnitude do capital necessário e a incerteza quanto aos termos comerciais". Tsaiying Lu, especialista em energia do Instituto de Pesquisa para a Democracia, Sociedade e Tecnologias Emergentes (DSET) — um centro de estudos taiwanês —, afirmou que Taiwan busca elevar a proporção de suas importações de gás natural dos Estados Unidos, passando dos atuais cerca de 10% para 25% até 2029. O projeto no Alasca poderia, inclusive, elevar essa participação para 30%. "Seria, também, o maior contrato individual de aquisição até o momento. Além do volume, o acordo ajudaria a diversificar as rotas de transporte de GNL dos Estados Unidos para Taiwan", disse ela. Os principais desafios incluem o alto volume de investimentos de capital, bem como a construção da infraestrutura e dos gasodutos necessários. Contudo, ela acrescentou: "A Coreia do Sul e o Japão também estão analisando planos de investimento que contemplam essas instalações; portanto, os riscos provavelmente seriam compartilhados entre os parceiros, embora nenhum deles tenha confirmado sua participação até o momento".
Junko Koeda, membro do Conselho de Política Monetária do Banco do Japão (BoJ), indicou que há espaço para novos aumentos nas taxas de juros e demonstrou cautela quanto à possibilidade de aceleração da inflação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O governo japonês está considerando iniciar uma avaliação sobre a possível aquisição de submarinos de propulsão nuclear, como parte da próxima atualização periódica de sua estratégia de defesa, apurou o “Nikkei Asia”. O Japão deve concluir, ainda este ano, as revisões da Estratégia de Segurança Nacional e de outros dois documentos relacionados à segurança. Surgiu uma proposta para incluir, nos textos, menções à "investigação" e à "pesquisa" sobre se o Japão deveria possuir submarinos nucleares. "Se não incluíssemos nada sobre submarinos nucleares, isso significaria que não avançaremos com a ideia. Mas, ao mencionar a investigação ou a pesquisa, ganhamos mais tempo para chegar a uma conclusão, enquanto avaliamos a viabilidade", afirmou uma fonte próxima ao governo. Submarinos de propulsão nuclear podem operar por longos períodos e percorrer grandes distâncias. A posse desses equipamentos ampliaria a colaboração do Japão com as forças armadas dos Estados Unidos. No entanto, o Japão enfrentaria diversos desafios para adquirir submarinos nucleares. Entre eles, estão não apenas as leis atuais, que restringem o uso da energia nuclear a fins pacíficos, mas também os custos associados à operação dessas embarcações. A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, declarou no Parlamento, na quarta-feira, que pretende "aprofundar considerações concretas e realistas" sobre a defesa das rotas marítimas, o que inclui a possível introdução de submarinos de propulsão nuclear. O ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, disse a jornalistas na sexta-feira que acredita que "a população compreende a necessidade de um debate" sobre submarinos nucleares. Essas embarcações "nos permitirão realizar as atividades necessárias, garantindo, ao mesmo tempo, um nível mais elevado de segurança para a tripulação", afirmou Koizumi. Os três documentos de segurança — que incluem também a Estratégia de Defesa Nacional e o Programa de Fortalecimento da Defesa — foram atualizados pela última vez em 2022. Atualmente, nenhum deles menciona submarinos de propulsão nuclear. O Programa de Fortalecimento da Defesa estabelece que o Ministério da Defesa irá "desenvolver e adquirir sistemas de lançamento vertical de mísseis (VLS) que possam ser instalados em submarinos". Dada a velocidade e a flexibilidade dos submarinos nucleares, há quem argumente que eles seriam as plataformas mais adequadas para tais sistemas. O painel de especialistas do governo, encarregado da revisão desses três documentos, já realizou quatro reuniões até o momento. Embora existam membros que defendam a aquisição de submarinos nucleares, há outros que se mostram menos dispostos. Não se espera que as recomendações do painel de especialistas definam uma diretriz política específica em relação aos submarinos nucleares. "Acredito que a redação será formulada de modo a não restringir a decisão do governo", afirmou um especialista. Brent Sadler, pesquisador sênior da Heritage Foundation — um centro de estudos sediado em Washington —, escreveu sobre a operação de submarinos nucleares a partir do Japão em um comentário de dezembro de 2025. Segundo o texto, caso um submarino nuclear tivesse como base o porto de Yokosuka, ele poderia operar no Mar do Sul da China por 79 dias — um período 4,6 vezes maior do que o de um submarino convencional a diesel. No Mar das Filipinas e no Estreito de Taiwan, a autonomia seria, respectivamente, 2,4 e 2,5 vezes superior. Em um cenário de segurança marcado pela pressão militar da China e da Rússia, nações situadas em rotas marítimas estratégicas estão considerando a aquisição de submarinos nucleares. A Austrália pretende constituir uma frota desse tipo por meio do Aukus (sigla em inglês da parceria de segurança entre Austrália, Reino Unido e Estados Unidos). A longo prazo, o país também planeja construir submarinos nucleares em seu próprio território. Em outra frente, o governo da Coreia do Sul firmou um acordo com a administração Trump para a aquisição de submarinos nucleares pelo país asiático. Além dos desafios jurídicos e regulatórios, o Japão enfrenta obstáculos significativos relacionados aos custos de operação de submarinos nucleares. Nos Estados Unidos, estima-se que a construção de uma unidade supere os 4 bilhões de dólares. No Japão, o custo estimado para construir um submarino nuclear ultrapassa 1 trilhão de ienes (US$ 6,29 bilhões). Atualmente, os submarinos mais avançados da Força de Autodefesa Marítima custam cerca de 70 bilhões de ienes cada. A construção de submarinos nucleares exige tecnologia de ponta, e essas embarcações podem permanecer submersas por longos períodos durante suas operações. A Força de Autodefesa (SDF) enfrenta, contudo, uma grave escassez de pessoal qualificado. Um alto representante da Comissão de Pesquisa sobre Segurança, vinculada ao Partido Liberal Democrata (PLD, atualmente no poder), manifestou cautela quanto à aquisição de submarinos nucleares, apontando os elevados custos e a dificuldade de obter aceitação internacional. "Há pouca disposição, por parte da comissão de pesquisa, em aceitar o argumento a favor da aquisição" de submarinos nucleares, afirmou a autoridade. O Partido da Inovação do Japão, parceiro de coalizão do PLD, propôs em junho que o país adquirisse submarinos nucleares "prontamente". Em outra proposta, divulgada por volta da mesma época, o PLD não mencionou as embarcações.
O crescimento econômico da Ásia resistiu ao choque do petróleo, mas sua resiliência provavelmente será testada por riscos que incluem posições fiscais frágeis e incertezas sobre a durabilidade do boom da inteligência artificial, alertou o Fundo Monetário Internacional (FMI). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A disputa pela Presidência da República não foi decidida no primeiro turno das eleições 2026. Em 25 de outubro, eleitores de todo o Brasil irão mais uma vez às urnas para decidir entre o atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Lula ou Flávio Bolsonaro? Veja quem apoia quem no segundo turno Próximo Datafolha mede se voto em Lula e Flávio Bolsonaro é por apoio ou rejeição Veja quem está na frente na corrida presidencial, segundo as pesquisas de intenção de votos divulgada após o primeiro turno das eleições: Quaest, 14 de outubro No primeiro levantamento da Quaest no segundo turno, de 14 de outubro, o senador Flávio Bolsonaro aparece com 46% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro. O levantamento ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pelo Grupo Globo, custou R$ 338.1178 e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08729/2026. Resultados da pesquisa estimulada para o 2º turno: Flávio Bolsonaro (PL) – 46% Lula (PT) – 44% Branco, nulo ou nenhum – 9% Indecisos – 1% Para 91% dos entrevistados, a escolha do candidato é definitiva, e 9% dizem que ainda podem mudar de ideia. Pesquisa espontânea Na pesquisa espontânea, 43% citaram Flávio Bolsonaro, 42% citaram Lula, 8% declararam voto em branco, nulo ou que não vão votar e 7% estão indecisos. Datafolha, 8 de outubro No primeiro levantamento divulgado pelo Instituto Datafolha, em 8 de outubro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 49% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula (PT) registra 45%, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). O levantamento ouviu 2.520 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-0949/2026. Resultados da pesquisa estimulada para o 2º turno: Flávio Bolsonaro (PL) – 49% Lula (PT) – 45% Branco, nulo ou nenhum – 5% Indecisos – 1% Resultado em votos válidos Aqui, desconsideram-se brancos e nulos Flávio Bolsonaro (PL): 52% Lula (PT): 48% Pesquisa espontânea Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados indicam sua preferência sem que os nomes dos candidatos sejam apresentados, Flávio Bolsonaro tem 46%, enquanto Lula registra 44%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 5%, e 4% dos entrevistados se disseram indecisos. Já sobre a definição do voto, 94% dos entrevistados afirmam estar totalmente decididos, enquanto 6% dizem que ainda podem mudar de opinião até o dia da eleição. Resultado do 1º turno No primeiro turno da eleição presidencial, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, totalizando 56.104.503 votos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Lula registrou 45,16%, com 53.879.538 votos. A diferença entre os dois candidatos foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos. Veja o resultado completo: Flávio Bolsonaro (PL) — 47,03% (56.104.503 votos) Lula (PT) — 45,16% (53.879.538 votos) Augusto Cury (Avante) — 2,89% (3.448.569 votos) Renan Santos (Missão) — 2,24% (2.675.887 votos) Ronaldo Caiado (PSD) — 2,18% (2.605.148 votos) Romeu Zema (Novo) — 0,27% (326.488 votos) Samara (UP) — 0,10% (122.911 votos) Hertz Dias (PSTU) — 0,04% (43.103 votos) Clariana Barão (DC) — 0,03% (40.043 votos) Edmilson Costa (PCB) — 0,02% (22.693 votos) Wilson Grassi (Democrata) — 0,01% (16.881 votos) Rui Costa Pimenta (PCO) — 0,01% (15.024 votos)
Depois do sucesso da vilã Bia em "Garota do Momento" (2024), Maisa Silva confirma volta às novelas da Globo. Ela será uma das estrelas da trama das seis que vai ao ar a partir do primeiro semestre de 2027 e cujo título provisório é "Tempos de Glória". Leia mais (10/14/2026 - 23h06)
A abelha nativa do Brasil é miúda, quase sempre sem ferrão e produz méis de cores, texturas, aromas e sabores variados -diferente da Apis mellifera, a chamada abelha-europeia. Cheio de possibilidades gastronômicas, o mel nativo pode lembrar abacaxi ou ter aromas florais. Leia mais (10/14/2026 - 23h00)
"A experiência com o trabalho dele é essa. No primeiro momento você olha, acha legal e ri. Mas depois se pergunta 'será que eu também não estou fazendo exatamente isso?'." É dessa forma que o professor e curador João Kulcsár resume o espírito das imagens de Martin Parr, agora reunidas na exposição "Mundo Pequeno", na galeria de fotografias do Centro Cultural Fiesp, na avenida Paulista, em São Paulo. Leia mais (10/14/2026 - 23h00)
Os cinemas da capital paulista recebem, a partir desta quinta (15), o novo filme do diretor cearense Karim Aïnouz. "Rosebush Pruning" traz Pamela Anderson, Elle Fanning, Callum Turner e Riley Keough para ocupar as telonas em trama sobre a vida dos super-ricos com tom satírico. Leia mais (10/14/2026 - 23h00)
A cantora americana Dionne Warwick está de volta aos palcos do Brasil. E, desta vez, a diva do pop e da soul music deve realizar o desejo de morar em Salvador e cantar com artistas brasileiros. "Primeiro eu tenho que aprender o idioma, é claro, porque onde quero morar só se fala em português. E esse lugar é a Bahia", afirma Warwick, que leva a São Paulo sua turnê de despedida, "Over and Out", nesta sexta. Leia mais (10/14/2026 - 23h00)
O voo 431 da Kenya Airways
O dia de hoje na história.
30 de janeiro de 2000.
2000: O voo 431 da Kenya Airways cai no Oceano Atlântico, próximo à Costa do Marfim, resultando na morte de 169 pessoas.
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